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Grupos estrangeiros interessados na Sadia terão de esperar

Os grupos estrangeiros interessados em comprar a Sadia, maior processadora de carnes brasileira, terão de desistir do assédio por um tempo. Pelo menos enquanto Luiz Fernando Furlan, ex-presidente do conselho de administração da Sadia e principal acionista da companhia, permanecer no governo. No final do ano passado, a americana Cargill, uma das maiores empresas de […]

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Da Redação

Publicado em 14 de outubro de 2010 às 13h16.

Os grupos estrangeiros interessados em comprar a Sadia, maior processadora de carnes brasileira, terão de desistir do assédio por um tempo. Pelo menos enquanto Luiz Fernando Furlan, ex-presidente do conselho de administração da Sadia e principal acionista da companhia, permanecer no governo.

No final do ano passado, a americana Cargill, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, teria chegado perto de levar a Sadia. Segundo fontes ligadas à Sadia, o negócio só não saiu porque Furlan aceitou o convite para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Desenvolvimento e não ficaria bem para um ministro, especialmente dessa pasta, vender a empresa para uma multinacional.

A Sadia e a Cargill não confirmam a negociação. Enquanto isso, permanece a busca no mercado de um profissional para substituir Walter Fontana, acionista, primo de Furlan e atual executivo-chefe da Sadia.

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