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CSN estuda se desfazer de sua participação na Usiminas

A intenção inicial é vender para um dos controladores os papéis com um prêmio em relação ao valor negociado em bolsa


	Funcionário da CSN: a empresa tem quase 12% das ações com direito a voto de sua concorrente
 (Divulgação)

Funcionário da CSN: a empresa tem quase 12% das ações com direito a voto de sua concorrente (Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 16 de abril de 2015 às 10h18.

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São Paulo - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) bateu o martelo e decidiu que chegou a hora de se desfazer de suas ações da Usiminas, segundo apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

A intenção inicial é vender para um dos controladores os papéis com um prêmio em relação ao valor negociado em bolsa.

A CSN tem quase 12% das ações com direito a voto de sua concorrente, fatia que, por decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), precisa ser vendida em até cinco anos. Esse prazo já estaria praticamente na metade.

No entanto, a CSN já vem encontrando barreiras nessa possível operação, pois a venda das ações dispararia a necessidade de realização de oferta pública de aquisição (OPA) por aumento de controle por parte do controlador.

Além disso, as ações estão fora do bloco de controle e, dessa forma, não fariam diferença na atual disputa entre os controladores (a japonesa Nippon e a ítalo-argentina Ternium).

A CSN vem, desde 2012, brigando para conseguir o tag along, mecanismo que protege o acionista minoritário, sob alegação de que houve troca de controle na Usiminas quando a Ternium entrou no capital social da siderúrgica mineira. Parisotto.

Na quarta-feira, 15, a Ternium obteve liminar suspendendo a eleição do empresário Lirio Parisotto e seu suplente, Mauro Cunha, cujos nomes foram aprovados para o conselho de administração da Usiminas em assembleia no último dia 6.

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