Negócios

Brazil Minerals adquire exploração de titânio no Brasil

Subsidiária assinou contrato para desenvolver e possuir até 75% do projeto de vanádio, titânio e minério de ferro no Piauí por US$ 382 mil


	Investimento em minas de Ferro: Brazil Minerals já extrai ouro e diamante no Brasil
 (Rich Press/Bloomberg)

Investimento em minas de Ferro: Brazil Minerals já extrai ouro e diamante no Brasil (Rich Press/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de agosto de 2013 às 16h55.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro - A Brazil Minerals, empresa americana com recursos minerais no Brasil, anunciou nesta segunda-feira que adquiriu direitos para desenvolver um projeto de vanádio, titânio e minério de ferro no Piauí.

A subsidiária brasileira da Brazil Minerals, BMIX Participações, assinou contrato com a empresa brasileira ICL, para desenvolver e possuir até 75 por cento do projeto por 382 mil dólares e o equivalente a 55 mil dólares da companhia em ações.

O percentual definitivo da Brazil Minerals no projeto dependerá do resultado das pesquisas geológicas, como de praxe na indústria de mineração.

"Este projeto é muito promissor, é incrivelmente raro encontrar vanádio e titânio para estas concentrações", afirmou em nota, o presidente da empresa, Marc Fogassa.

A empresa acrescenta que os resultados geoquímicos coincidem com outras pesquisas observadas no projeto da Largo Resources Campo Alegre, a apenas 25 quilômetros. Segundo a empresa, os recursos dos diferentes projetos devem estar conectados.

Vanádio e titânio são considerados minerais estratégicos, fundamentais na resistência em ligas de aço. A Brazil Minerals já extrai ouro e diamante no Brasil.

Acompanhe tudo sobre:MineraçãoIndústriaMinériosMineradoras

Mais de Negócios

Ela faturou R$ 1 milhão vendendo chocolate quente com apenas um quiosque na Av. Paulista

Quem são os palestrantes da 1ª edição do Fórum Empreendedor do BTG Pactual Empresas

A distribuidora de R$ 700 milhões que aposta em perfumes e skincare coreano para chegar ao bilhão

Formado em medicina, ele deixou o consultório para criar negócio que faz R$ 8 milhões ao ano