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'Se me amam, me ajudem' com o plano de emprego, diz Obama

O apelo do presidente americano foi feito durante visita à Carolina do Norte

Obama discursa em Ohio: "querem que os multimilionários conservem seus privilégios fiscais ou querem que os professores tenham trabalho?"
 (Mandel Ngan/AFP)

Obama discursa em Ohio: "querem que os multimilionários conservem seus privilégios fiscais ou querem que os professores tenham trabalho?" (Mandel Ngan/AFP)

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Da Redação

Publicado em 14 de setembro de 2011 às 20h45.

Washington - O presidente americano, Barack Obama, apelou para o sentimentalismo nesta quarta-feira ao se dirigir aos seus compatriotas, afirmando que, se eles o amam, devem ajudá-lo a convencer a oposição republicana a aprovar seu plano para impulsionar os empregos.

Em visita à Carolina do Norte (sudeste), Obama defendeu diante de milhares de pessoas reunidas em uma universidade seu plano de 447 bilhões de dólares para reativar o emprego no país.

O presidente apresentou seu plano ao Congresso na semana passada, mas enfrenta a rejeição dos republicanos, que não aceitam as altas dos impostos que seriam impostas aos americanos mais ricos.

Durante o discurso desta quarta-feira - mais um dos promovidos por sua campanha para incentivar o plano ao longo do país -, enquanto o presidente argumentava que sua iniciativa relançaria a economia dos Estados Unidos, que sofre com uma taxa de desemprego de 9,1%, um espectador gritou "Te amo!".

Obama respondeu: "Eu também te amo", e acrescentou que "se vocês me amam, precisam me ajudar a aprovar este projeto de lei".

Embora este tipo de discurso possa funcionar entre seus partidários democratas, é pouco provável que tenha o mesmo efeito com seus rivais republicanos, que se queixam de que a iniciativa é um "plano para a reeleição, mais do que um plano sobre o emprego", afirmou Mitch McConnell, líder da minoria republicana no Senado.

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