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Raúl Castro diz que Cuba não voltará à OEA

Ppresidente cubano qualificou a OEA como "um instrumento de dominação imperialista"

Raúl Castro: presidente cubano qualificou a OEA como "um instrumento de dominação imperialista" (Enrique De La Osa/Reuters)
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Da Redação

Publicado em 4 de junho de 2016 às 16h03.

São Paulo - O presidente de Cuba , Raúl Castro, afirmou que seu país não voltará a ser membro da Organização dos Estados Americanos (OEA), após o secretário-geral da entidade, Luis Almagro, falar sobre a possibilidade de impor sanções contra a Venezuela .

Castro falou neste sábado, durante um encontro de países caribenhos realizado na ilha. Ele enviou "nossa mais firme solidariedade aos irmãos do povo venezuelano, ao legítimo governo do presidente Nicolás Maduro".

O presidente cubano qualificou a OEA como "um instrumento de dominação imperialista", que nunca mudará e que "por isso que Cuba nunca retornará" a fazer parte do grupo.

Os Estados Unidos pressionaram pela saída de Cuba da OEA em 1962. Em 2009, a entidade revogou a suspensão imposta a Cuba durante o período da Guerra Fria, mas o retorno do país ainda dependeria de negociações.

Almagro citou preocupações com violações aos direitos humanos na Venezuela, ao pedir que os países da região apliquem a Carta Democrática da OEA contra a Venezuela. Isso poderia levar ao isolamento diplomático de Caracas e a sanções comerciais contra o país.

A Venezuela criticou a postura do secretário-geral.

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O presidente cubano qualificou a OEA como "um instrumento de dominação imperialista", que nunca mudará e que "por isso que Cuba nunca retornará" a fazer parte do grupo.

Os Estados Unidos pressionaram pela saída de Cuba da OEA em 1962. Em 2009, a entidade revogou a suspensão imposta a Cuba durante o período da Guerra Fria, mas o retorno do país ainda dependeria de negociações.

Almagro citou preocupações com violações aos direitos humanos na Venezuela, ao pedir que os países da região apliquem a Carta Democrática da OEA contra a Venezuela. Isso poderia levar ao isolamento diplomático de Caracas e a sanções comerciais contra o país.

A Venezuela criticou a postura do secretário-geral.

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