Exame Logo

Polícia venezuelana prende suspeitos de assassinar deputado

Deputado Robert Serra e sua companheira, Maria Herrera, foram mortos a facadas em sua casa há duas semanas

Maduro em cerimônia: segundo a imprensa, o assassinato está relacionado a roubo que ocorreu após uma briga com seus guarda-costas (Miraflores Palace/Reuters)
DR

Da Redação

Publicado em 16 de outubro de 2014 às 09h36.

Caracas - A polícia da Venezuela prendeu na quarta-feira dois homens em conexão com o assassinato este mês de um deputado ligado ao governo, disse o presidente do país, Nicolás Maduro .

O deputado Robert Serra e sua companheira, Maria Herrera, foram mortos a facadas em sua casa há duas semanas, em uma ação que os funcionários do governo definiram como assassinato planejado cuidadosamente.

"É um crime para causar comoção no Estado, na sociedade, no país, para levar à violência", disse Maduro em uma entrevista coletiva, acrescentando que o principal guarda-costas de Serra estava envolvido e que paramilitares de direita da Colômbia participaram do crime.

Durante uma transmissão ao vivo pela televisão, o presidente mostrou um vídeo pouco nítido em que apareciam dois homens, um dos quais descrevia seu envolvimento no crime.

Maduro disse que a polícia está à procura de outros quatro suspeitos e pediu à Interpol que ajude a encontrá-los, se eles deixarem o país. Serra, que tinha 27 anos, ficou conhecido como ativista estudantil e era considerado um líder em ascensão do governista Partido Socialista.

Segundo a imprensa local, o assassinato está relacionado a um roubo que ocorreu após uma briga com seus guarda-costas. Os críticos da oposição acusam Maduro de tentar desviar a atenção do problema dos crimes violentos na Venezuela ao atribuir motivos políticos à violência que afeta aliados do alto escalão do governo.

Veja também

Caracas - A polícia da Venezuela prendeu na quarta-feira dois homens em conexão com o assassinato este mês de um deputado ligado ao governo, disse o presidente do país, Nicolás Maduro .

O deputado Robert Serra e sua companheira, Maria Herrera, foram mortos a facadas em sua casa há duas semanas, em uma ação que os funcionários do governo definiram como assassinato planejado cuidadosamente.

"É um crime para causar comoção no Estado, na sociedade, no país, para levar à violência", disse Maduro em uma entrevista coletiva, acrescentando que o principal guarda-costas de Serra estava envolvido e que paramilitares de direita da Colômbia participaram do crime.

Durante uma transmissão ao vivo pela televisão, o presidente mostrou um vídeo pouco nítido em que apareciam dois homens, um dos quais descrevia seu envolvimento no crime.

Maduro disse que a polícia está à procura de outros quatro suspeitos e pediu à Interpol que ajude a encontrá-los, se eles deixarem o país. Serra, que tinha 27 anos, ficou conhecido como ativista estudantil e era considerado um líder em ascensão do governista Partido Socialista.

Segundo a imprensa local, o assassinato está relacionado a um roubo que ocorreu após uma briga com seus guarda-costas. Os críticos da oposição acusam Maduro de tentar desviar a atenção do problema dos crimes violentos na Venezuela ao atribuir motivos políticos à violência que afeta aliados do alto escalão do governo.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaCrimeMortesVenezuela

Mais lidas

exame no whatsapp

Receba as noticias da Exame no seu WhatsApp

Inscreva-se

Mais de Mundo

Mais na Exame