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Fundador do WeakLeaks pede fim de sigilo sobre aviões drones

Assange falou com Bill Maher, que é defensor do WikiLeaks, por videoconferência da embaixada do Equador em Londres, onde se encontra refugiado

10 gênios da computação que foram presos (Getty Images)

10 gênios da computação que foram presos (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 9 de fevereiro de 2013 às 10h15.

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O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, pediu às autoridades americanas que seja permitida a consulta aos documentos secretos sobre os ataques com aviões sem tripulação, considerando que estas decisões arbitrárias de matar cidadãos evidenciam uma "queda do sistema americano".

Julian Assange, o australiano de 41 anos que desatou a fúria do governo americano a revelar milhares de mensagens secretas, condenou a controvertida autorização do presidente Barack Obama de matar cidadãos americanos que tenham conspirado com a Al-Qaeda.

Assange fez uma rara aparição na televisão.

"Não vejo um queda maior (de um sistema) quando o executivo pode matar arbitrariamente seus próprios cidadãos, em segredo, sem que se difunda publicamente nenhuma decisão", declarou Julian Assange durante o programa Real Time de Bill Maher, no canal HBO.

"É por isso que precisamos de organizações como o WikiLeaks. Eu peço a qualquer um na Casa Branca que tenha acesso a esses regulamentos e procedimentos que faça o que for necessário para que os recebamos. Seu anonimato será respeitado", enfatizou.

Assange falou com Bill Maher, que é defensor do WikiLeaks, por videoconferência da embaixada do Equador em Londres, onde se encontra refugiado há seis meses para escapar de uma extradição para a Suécia, onde é acusado em um caso de estupro, no qual alega inocência.

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