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Espanha aprova privatização da estatal Loterías del Estado

A privatização de 30% da empresa é estimada como a maior operação na bolsa da Espanha

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Zapatero ao lado de José Blanco: dependendo da valorização, Loterías se transformará na sétima ou oitava empresa por capitalização do principal índice da bolsa espanhola, o Ibex-35 (Javier Soriano/AFP)

Zapatero ao lado de José Blanco: dependendo da valorização, Loterías se transformará na sétima ou oitava empresa por capitalização do principal índice da bolsa espanhola, o Ibex-35 (Javier Soriano/AFP)

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Da Redação

Publicado em 23 de setembro de 2011 às, 12h08.

Madri - O governo espanhol aprovou nesta sexta-feira a oferta pública de venda da estatal Loterías del Estado como parte do processo de privatização de 30% da empresa, em uma operação estimada como a maior na bolsa da Espanha e uma das maiores na Europa.

A medida foi anunciada pelo ministro de Fomento e porta-voz do Governo, José Blanco, em entrevista coletiva realizada após a reunião semanal do Conselho de Ministros. Blanco explicou que a oferta se dirige tanto a investidores institucionais como a minoritários.

Dependendo da valorização, Loterías se transformará na sétima ou oitava empresa por capitalização do principal índice da bolsa espanhola, o Ibex-35. O presidente da companhia, Aurelio Martínez, estimou em junho que o valor da capitalização da empresa estaria em torno de 21 bilhões de euros.

Fontes do mercado afirmaram que o Estado espanhol espera arrecadar cerca de 7 bilhões de euros com a operação, mas os fundos obtidos não podem ser usados para reduzir o déficit público porque não se trata de uma renda corrente.

Do percentual de 30% da empresa que sair na bolsa, 40% serão oferecidos a instituições, incluídas as internacionais, e o restante será vendido no varejo.

Uma vez obtido o sinal verde do Conselho de Ministros, a Comissão Nacional da Bolsa de Valores (CNMV) deve aprovar a documentação da emissão no final da semana que vem, com isso, os investimentos poderiam começar dia 3 de outubro.

Deste modo, a entrada na bolsa poderia acontecer em 20 ou 21 de outubro. Os bancos que coordenarão a operação são Goldman Sachs, JP Morgan, UBS, Crédit Suisse, BBVA e Santander.

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