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China rejeita 'qualquer provocação militar'

Apesar da declaração, premiê chinês ainda não condenou formalmente a ação da Coreia do Norte

O premiê chinês, Wen Jiabao, foi o primeiro funcionário do país a comentar a crise coreana (Getty Images)

O premiê chinês, Wen Jiabao, foi o primeiro funcionário do país a comentar a crise coreana (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 25 de novembro de 2010 às 08h48.

Pequim - A China rejeita "qualquer provocação militar", declarou nesta quinta-feira o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, após o bombardeio norte-coreano a uma ilha da Coreia do Sul e o anúncio de manobras militares entre Estados Unidos e as forças sul-coreanas, segundo a chancelaria em Pequim.

Wen Jiabao, em visita a Moscou, foi o primeiro funcionário chinês a comentar a crise, deflagrada há dois dias pelo bombardeio norte-coreano, que matou quatro pessoas e provocou um protesto internacional.

O premier chinês não esclareceu se falava sobre o ataque à ilha ou sobre as manobras militares entre EUA e Coreia do Sul.

Estados Unidos e Coreia do Sul vão realizar manobras navais, previstas desde antes da atual crise, a partir do próximo domingo e até a quarta-feira.

Coreia do Norte afirma que as manobras sul-coreanas já estavam em andamento quando disparou contra a ilha.

Até o momento, a China não condenou a ação norte-coreana.

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