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Biden antecipa retorno à Casa Branca para reuniões sobre tensões no Oriente Médio

Israel está em estado de alerta máximo para um potencial ataque do Irã, em retaliação pela investida que destruiu o consulado iraniano na Síria.

Joe Biden: presidnte dos Estados Unidos deixaria sua residência no estado de Delaware apenas no domingo, mas agora voltará a Washington mais cedo (Brendan SMIALOWSKI/AFP)

Joe Biden: presidnte dos Estados Unidos deixaria sua residência no estado de Delaware apenas no domingo, mas agora voltará a Washington mais cedo (Brendan SMIALOWSKI/AFP)

Publicado em 13 de abril de 2024 às 15h45.

Última atualização em 13 de abril de 2024 às 15h49.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, decidiu antecipar o retorno à Casa Branca para o período da tarde deste sábado, 13, em meio às tensões no Oriente Médio. O democrata deixaria sua residência no estado de Delaware apenas no domingo, mas agora voltará a Washington mais cedo para se reunir com a equipe de segurança nacional.

Nas últimas horas, Israel está em estado de alerta máximo para um potencial ataque do Irã, em retaliação pela investida que destruiu o consulado iraniano na Síria.

Neste sábado, a Guarda Revolucionária do país persa capturou um navio ligado aos israelenses perto do Estreito de Ormuz.

Tensões em alta

 Como mostrou a EXAME, tropas americanas dirigem-se, neste sábado, ao Oriente Médio entre receios de uma escalada entre Irã e Israel, depois de mais de seis meses de guerra entre o exército israelense e o movimento islamista palestino Hamas na Faixa de Gaza.

A preocupação com uma possível escalada regional multiplicou-se depois que o Irã prometeu responder ao bombardeio contra o seu consulado em Damasco, que matou dois generais em 1º de abril e pelo qual culpa Israel.

A tensão intensificou-se ainda mais depois que a República Islâmica interceptou um navio cargueiro operado por uma empresa "pertencente ao capitalista sionista Eyal Ofer" no Golfo, neste sábado, segundo a agência oficial Irna.

O Exército israelense reagiu imediatamente e alertou que o Irã, seu arqui-inimigo, "sofrerá as consequências" de qualquer escalada. "Estamos prontos para reagir", disse o porta-voz, Daniel Hagari.

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