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Austrália avalia intervenção militar contra Estado Islâmico

Por enquanto, país pensa em lançar por ar ajuda humanitária, posicionar forças especiais e participar com seus aviões em ataques


	Tony Abbott: "faremos o que for razoável e prudente para apoiar a liderança americana"
 (Mark Graham/AFP)

Tony Abbott: "faremos o que for razoável e prudente para apoiar a liderança americana" (Mark Graham/AFP)

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Da Redação

Publicado em 25 de agosto de 2014 às 06h48.

Sydney (Austrália) - O governo australiano avalia o aumento de sua presença militar no Oriente Médio para se unir às operações dos Estados Unidos contra os extremistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria, informou nesta segunda-feira a imprensa local.

O primeiro-ministro, Tony Abbott, deixou aberta a possibilidade em discurso sobre política externa na Universidade de Adelaide.

"Faremos o que for razoável e prudente para apoiar a liderança americana porque esta liderança fornece segurança e estabilidade mundial", disse Abbott em declarações publicadas pelo jornal "The Australian".

Abbott assegurou que seu Governo está comprometido em um diálogo ativo com Washington e outros aliados sobre operações militares no Iraque e "como se pode contribuir para os esforços internacionais para proteger o povo contra o avanço do terrorismo da milícia do Estado Islâmico".

Abbott insistiu que a presença militar não seria comparável à invasão do Iraque em 2003, mas também expressou que seu governo encoraja os EUA para que redobre seus esforços militares nesse país, em uma possível ação na qual contaria com o apoio do país oceânico.

Por enquanto as opções de intervenção que a Austrália trabalha são lançar por ar ajuda humanitária, posicionar forças especiais e participar com seus aviões em ataques, assim como capacitar tropas iraquianas, de acordo com o jornal.

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