Mundo

Argentina abrirá fronteiras para o Brasil em outubro

Estrangeiros vão poder entrar na Argentina sem isolamento a partir de 1º de outubro

Casa Rosada, Argentina (Anton Petrus/Reuters Business)

Casa Rosada, Argentina (Anton Petrus/Reuters Business)

Drc

Da redação, com agências

Publicado em 21 de setembro de 2021 às 10h02.

Última atualização em 21 de setembro de 2021 às 10h19.

A Argentina divulgou na terça-feira planos para aliviar as restrições à pandemia, incluindo o afrouxamento do controle nas fronteiras, permitindo mais atividades comerciais e eliminando o uso obrigatório de máscaras faciais ao ar livre.

  • Fique por dentro das principais notícias do Brasil e do mundo. Assine a EXAME

A ministra da Saúde, Carla Vizzotti, disse que a flexibilização das regras permitiria mais atividades econômicas, industriais e comerciais em locais fechados, mantendo as medidas de prevenção.

“Estamos em momentos muito positivos, sabemos que a pandemia não acabou, temos que manter os cuidados”, disse Vizzotti em entrevista coletiva em Buenos Aires. “Estamos caminhando para a plena recuperação das atividades”.

Além disso, estrangeiros vão poder entrar no país sem isolamento a partir de 1º de outubro, informou o jornal argentino Clarín.

A Argentina, após um início lento de sua campanha de vacinação, já administrou mais de 49 milhões de doses, incluindo a inoculação total de mais de 20 milhões de pessoas de sua população de cerca de 45 milhões. Casos e mortes caíram drasticamente.

A pandemia atingiu duramente o país, com cerca de 5,24 milhões de casos confirmados, e prejudicou a popularidade do presidente de centro-esquerda Alberto Fernandez, que recentemente foi forçado a uma remodelação do Gabinete após uma contundente derrota eleitoral e críticas públicas de sua vice, Cristina Kirchner.

Acompanhe tudo sobre:ArgentinaCoronavírusPandemiaTurismo

Mais de Mundo

Macron defende abrir negociações de adesão da Ucrânia à UE até o fim deste mês

Polícia de Los Angeles prende quadrilha especializada em roubar Lego

Putin nega interesse em usar armas nucleares contra Ucrânia, mas não descarta mudanças

Mais na Exame