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Você prefere possuir coisas ou viver novas experiências?

Foi-se o tempo em que a economia girava em torno de possuir e acumular bens. Hoje, a tendência se volta para a economia do compartilhamento

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Ser ao invés de ter: gastos com experiências cresceram 5,4% em 2019; acima dos 2,5% gastos com bens de luxo  (Divulgação/Divulgação)

Ser ao invés de ter: gastos com experiências cresceram 5,4% em 2019; acima dos 2,5% gastos com bens de luxo (Divulgação/Divulgação)

O que você escolheria: atravessar o deserto do Saara de camelo e dormir em acampamentos beduínos sob o céu estrelado ou comprar uma bolsa

nova? Uma degustação de vinhos raros com seus melhores amigos ou trocar seu carro pelo modelo mais atual?

Nos últimos anos, a sociedade vem experimentando mudanças profundas em seus valores e modo de vida. Uma dessas transformações está relacionada ao conceito de “ser versus ter”, que propõe uma reflexão sobre a importância de se viver experiências únicas em detrimento do acúmulo de bens materiais.

De acordo com o relatório "Global Powers of Luxury Goods 2021" da consultoria Deloitte, o gasto com experiências cresceu cerca de 5,4% em 2019, enquanto os gastos com bens de luxo cresceram apenas 2,5%.

A compra de bens pode trazer uma satisfação imediata, mas as experiências têm a capacidade de gerar um sentimento de realização mais duradouro e esse talvez seja o ponto de maior destaque que a economia compartilhada veio a amplificar.

Cada vez mais as pessoas entendem os benefícios de usar algo ao invés de possuí-lo, e a economia do compartilhamento tem crescido em diversos setores, proporcionando uma nova forma de vivenciar o mundo. Esse modelo baseia-se na ideia de que não é necessário possuir algo para usufruir de seus benefícios.

Segundo um relatório da consultoria PwC, o mercado global de economia compartilhada deve crescer de US$ 86 bilhões em 2019 para US$ 335 bilhões em 2025. Essa tendência tem gerado impactos em diversos setores da economia, como na indústria automobilística e no turismo, que estão se adaptando para atender às novas demandas e prioridades dos consumidores.

Exemplo disso é o uso de carros compartilhados, aluguel de bicicletas, coworking, troca e empréstimo de roupas e objetos de luxo, hospedagem, jatos e helicópteros, entre outros.

Além de promover a economia colaborativa e a sustentabilidade, o compartilhamento de bens também estimula uma maior flexibilidade e acesso a uma variedade de produtos e serviços que não estariam disponíveis de outra forma.

A mudança de comportamento das pessoas em priorizar experiências reflete uma transformação nos valores da sociedade contemporânea. A economia compartilhada tem facilitado essa transição, democratizando o acesso a experiências antes reservadas apenas àqueles com alto poder aquisitivo.

Neste contexto, as marcas precisarão cada vez mais oferecer experiências significativas e não somente vender produtos ou serviços. Ao priorizar experiências, as pessoas tendem a desenvolver uma maior conexão com os outros e consigo mesmas, além de criar memórias valiosas que duram a vida toda. Antes o símbolo de sucesso era ter, hoje o símbolo de sucesso é viver experiências únicas.

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