Petróleo sobe pela quinta sessão consecutiva, a US$ 85,81 o barril
Nova York - Os preços dos contratos futuros de petróleo avançaram pela quinta sessão consecutiva nesta terça-feira em Nova York, em um mercado que recupera a confiança nas perspectivas econômicas mundiais enquanto dirigentes europeus tentam por fim à crise da dívida do velho continente. No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de "light sweet […]
Da Redação
Publicado em 11 de outubro de 2011 às 16h53.
Nova York - Os preços dos contratos futuros de petróleo avançaram pela quinta sessão consecutiva nesta terça-feira em Nova York, em um mercado que recupera a confiança nas perspectivas econômicas mundiais enquanto dirigentes europeus tentam por fim à crise da dívida do velho continente.
No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de "light sweet crude" para entrega em novembro terminou a 85,81 dólares, em alta de 40 centavos com relação à segunda-feira.
"Afinal de contas, o petróleo segue sendo sustentado pela mensagem que nos chegam da Europa: os governos farão todo o possível para estabilizar o sistema bancário", explicou Bart Melek, da TD Securities.
O mercado se mostra "menos preocupado pela possibilidade de uma profunda desaceleração (econômica) no mundo, haja vista as mudanças políticas na Europa", disse.
Nova York - Os preços dos contratos futuros de petróleo avançaram pela quinta sessão consecutiva nesta terça-feira em Nova York, em um mercado que recupera a confiança nas perspectivas econômicas mundiais enquanto dirigentes europeus tentam por fim à crise da dívida do velho continente.
No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de "light sweet crude" para entrega em novembro terminou a 85,81 dólares, em alta de 40 centavos com relação à segunda-feira.
"Afinal de contas, o petróleo segue sendo sustentado pela mensagem que nos chegam da Europa: os governos farão todo o possível para estabilizar o sistema bancário", explicou Bart Melek, da TD Securities.
O mercado se mostra "menos preocupado pela possibilidade de uma profunda desaceleração (econômica) no mundo, haja vista as mudanças políticas na Europa", disse.