Bolsa brasileira vale R$ 4 trilhões

O mercado acionário brasileiro é maior do que todas as bolsas listadas na América Latina

São Paulo - A bolsa brasileira atingiu, no mês de julho, o valor de mercado recorde de 4 trilhões de reais. É o que aponta um levantamento realizado pela Economatica.

A Bolsa tem apresentado crescimento no valor de mercado nos últimos anos. Em 2018 e 2017, a soma de todas as empresas listadas na B3 era de 3,4 trilhões de reais e 3,05 trilhões de reais, respectivamente. Já em 2015, o valor estimado da Bolsa era de 1,83 trilhão de reais, menor do que o valor registrado em 2014, que era de 2,13 trilhões de reais.

O mercado acionário brasileiro também é maior do que todas as bolsas da América Latina. Em dólar, o valor de mercado da Bolsa é de 1,08 trilhão, bem acima do valor de mercado da bolsa do México (US$ 408,5 bilhões), do Chile (US$ 228,3 bilhões) da Colômbia (US$ 111,9 bilhões), do Peru (US$$ 117,5 bilhões) e da Argentina (US$ 70,5 bilhões).

Empresas mais valiosas 

Entre as empresas mais valiosas da Bolsa estão Petrobras, Itaú e Bradesco. Em julho deste ano, o valor de mercado da estatal era estimado 377,89 bilhões de reais. Já o Itaú e o Bradesco têm o valor de mercado de 336,12 bilhões de reais e R$ 292,86 bilhões, respectivamente. Confira as 10 mais valiosas:

Empresa Valor de mercado em julho (até o dia 19)
Petrobras R$ 377,89 bilhões
Itaú Unibanco R$ 336,12 bilhões
Bradesco R$ 292,86 bilhões
Ambev R$ 287,00 bilhões
Vale R$ 269,69 bilhões
Santander R$ 174,38 bilhões
Banco do Brasil R$ 146,73 bilhões
Telefônica Vivo R$ 86,13 bilhões
B3 R$ 84 bilhões
BB Seguridade R$ 67,08 bilhões

 

Retorno da Bolsa 

De janeiro a julho deste ano, o Ibovespa acumula alta de 18%. Com o bom desempenho do índice, o Ibovespa ultrapassou a marca histórica dos 106 mil pontos. Em 12 meses, a bolsa já subiu 35%. 

Além do cenário de juros baixo, o que torna a renda variável mais atrativa ao investidor, o  otimismo do mercado também pode ser explicado pela expectativa com agenda econômica do governo, em especial a reforma da Previdência, que deve ser votada em segundo turno, no início de agosto, na Câmara dos Deputados. 

A expectativa é que Bolsa continue subindo até o final do ano. A última edição da revista EXAME aponta que projeção menos otimista é da XP Investimentos, prevê o Ibovespa em 115 mil pontos no fim de 2019; a mais positiva, da Ativa Investimentos, prevê 125 mil no final do ano. Seria o suficiente para o Ibovespa fechar 2019 em alta de quase 30%.

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