Acompanhe:

Supermercado brasileiro começa a aceitar criptomoedas como pagamento

A rede Shibata, de São José dos Campos, é sócia da Wiboo, criadora da criptomoedas WiBX, que a partir dessa semana, pode ser usadas para compras nos 27 supermercados da empresa

Modo escuro

Continua após a publicidade
supermercado (Leandro Fonseca/Exame)

supermercado (Leandro Fonseca/Exame)

C
Cointelegraph Brasil

Publicado em 5 de abril de 2022 às, 09h30.

Comprar um pacote de cinco quilos de arroz por 444 WiBX (R$ 20) ou um quilo de tomate por 138 WiBX (R$ 6,22)  pode causar estranheza à maioria dos consumidores que conferem os preços nas gôndolas dos supermercados. Impacto que já não surpreende os clientes de uma das lojas da rede Shibata de supermercados em São José dos Campos (SP), que utiliza a criptomoeda como forma de pagamento. Na unidade do Shibata onde, por exemplo, o quilo da coxa e sobrecoxa custava 276 WiBX (R$ 12,90) no início de março, o criptoativo também está na boca dos caixas ao questionarem os clientes em relação à forma de pagamento,  conforme noticiou o Uol.

A rede de supermercados paulista é uma das sócias da startup Wiboo, criadora do WiBX, o que envolveu um aporte de R$ 15 milhões na empresa de tecnologia pelo Shibata no ano passado. O que permitiu a expansão da plataforma e de sua moeda-base por todo o Brasil. Para se ter uma ideia do crescimento da criptomoeda no Brasil, o WiBX foi responsável por R$ 178 milhões em negociações em março do ano passado na Mercado Bitcoin, onde o primeiro utility token do país é listado.

(Mynt/Divulgação)

A popularização do WiBX junto aos consumidores do Shibata é feita por meio de convites e promoções envolvendo a instalação do aplicativo, quando as carteiras recém-criadas são creditadas com R$ 5 em WiBX. Entre as ações de maketing também estão o recebimento de cashback (dinheiro de volta) quando o cliente compartilha o link do aplicativo com amigos ou quando faz compras em dinheiro e recebe créditos em WiBX, por exemplo.

O consumidor não precisa comprar nada para ganhar cashback na nossa moeda. Basta compartilhar o produto nessas ativações com amigos e familiares. Usamos esses nanoinfluenciadores para que sejam a nossa mídia de distribuição de conteúdo e promoções, acrescenta o diretor-executivo e fundador da Wiboo, Pedro Alexandre dos Santos ao revelar que a startup está prestes a fechar parceria com outras três redes de supermercados.

Os pagamentos em WiBX no Shibata são feitos a partir da geração de QR Code na tela dos computadores dos caixas, porque o criptativo está intergado ao sistema de pagamentos da rede de supermercados.

Segundo o diretor comercial e de marketing do grupo Shibata, Eric Shibata, todas as 27 lojas , distribuídas pelo estado de São Paulo, terão o WiBX como forma de pagamento ao argumentar que:

Nós acreditamos que é uma tendência global. A forma simplificada de pagamento é muito equivalente ao Pix. Não tem ruído nem atritos.

Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | Twitter | YouTube | Telegram | Tik Tok

 

Últimas Notícias

Ver mais
Preço do bitcoin pode chegar a US$ 303 mil até o próximo halving em 2028, sugerem dados históricos
Future of Money

Preço do bitcoin pode chegar a US$ 303 mil até o próximo halving em 2028, sugerem dados históricos

Há 3 horas

O preço do bitcoin pode disparar com o halving? Gestor explica o que pode acontecer
Future of Money

O preço do bitcoin pode disparar com o halving? Gestor explica o que pode acontecer

Há 5 horas

Quais criptos estão decepcionando no mercado de alta e o que vai acontecer com elas?
Future of Money

Quais criptos estão decepcionando no mercado de alta e o que vai acontecer com elas?

Há 21 horas

Blockchains ligados à Ethereum vão valer US$ 1 trilhão até 2030, projeta gestora bilionária
Future of Money

Blockchains ligados à Ethereum vão valer US$ 1 trilhão até 2030, projeta gestora bilionária

Há 21 horas

Continua após a publicidade
icon

Branded contents

Ver mais

Conteúdos de marca produzidos pelo time de EXAME Solutions

Exame.com

Acompanhe as últimas notícias e atualizações, aqui na Exame.

Leia mais