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A pergunta é desafiadora. “Por que a COP de Dubai será importante?”. Com este questionamento, Rodrigo Caetano, editor de ESG da EXAME e responsável pela direção da série de documentários sobre a COP28, inicia o primeiro episódio. A provocação não é nada simples, pelo contrário, demonstra a ambição de entender qual será o papel geopolítico da 28ª Conferência das Partes, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

Neste ano, a COP acontece em Dubai, no coração dos Emirados Árabes Unidos, para levar à região uma das mais importantes discussões climáticas. A EXAME conta com um time de profissionais focados na cobertura exclusiva das temáticas mais relevantes sobre o evento

Uma das grandes discussões desta edição é o balanço global de carbono (do inglês, Global Stocktake) que será, oficialmente, apresentado pela primeira vez para que os países-membros da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) possam entender para onde a humanidade tem caminhado na discussão climática. 

“O que está acontecendo com o planeta é uma questão muito clara do ponto de vista científico. Não é mais possível estabilizar o aumento da temperatura em 2ºC. O planeta, com as emissões que nós temos hoje, vai se aquecer entre 2,5ºC a 3ºC. E a maior parte dos países do Acordo de Paris se comprometem a se tornar netzero, ou seja, ter emissões líquidas zero, mas isso também não é possível”, afirmou Paulo Artaxo, cientista climático em entrevista para a EXAME.

As mudanças climáticas afetam a vida humana em todas as esferas, assim como os negócios. Mariana Grilli, repórter de Agro da EXAME, pontua que o agronegócio é um dos exemplos disso. Com os ciclos de chuva mais condensados, as produções são diretamente impactadas pelos eventos climáticos mais extremos, que devem se adaptar para essas novas realidades.

Quer saber tudo sobre a COP28? Acompanhe a página especial da EXAME

Já Marina Filippe, repórter de ESG da EXAME, ressalta que é importante lembrar sobre o fator social dos eventos do clima: como países mais pobres são os mais vulneráveis às mudanças climáticas, causadas principalmente pelas emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas pelos países mais ricos. Então, como fazer uma transição justa? 

É por esse motivo que, cada vez mais, o setor privado e a sociedade civil têm participado das COPs. Na COP27, relembra Filippe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com a juventude e com organizações sociais que redigiram uma carta com o que esperavam de mudanças e ações. Mas, o que foi feito para alcançar essas expectativas – ou parte delas? Para isso, acompanhe a cobertura exclusiva da EXAME sobre a COP28

Assista o vídeo completo abaixo: 

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