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4 em cada 10 motoristas consideram comprar um automóvel elétrico ou híbrido, afirma OLX

De acordo com dados da ABVE, São Paulo é o município com a maior frota de automóveis eletrificados, seguido de Brasília e Rio de Janeiro

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Carros elétricos e híbridos: cresce procura e consumo por essas classes de veículos, diz OLX (Leandro Fonseca/Exame)

Carros elétricos e híbridos: cresce procura e consumo por essas classes de veículos, diz OLX (Leandro Fonseca/Exame)

Quatro em cada 10 motoristas consideram comprar um automóvel elétrico ou híbrido, é o que revela a pesquisa Tendências do Consumidor – Mobilidade Urbana, elaborada pelo Data OLX Autos, braço de análises do Grupo OLX, que atende pessoas físicas e concessionárias, lojas de usados e empresas de locação de carros. O levantamento entrevistou consumidores para saber detalhes sobre a relação com a compra de automóveis. 

“Muito se tem falado sobre a relevância dos carros elétricos e nós, dentro do nosso trabalho como fonte de dados para o mercado, estamos comprometidos em acompanhar de perto essas e outras novidades do setor a partir da relação que temos com as empresas e compradores de automóveis”, afirma Regina Botter, diretora geral da OLX em entrevista à EXAME.

A maioria dos consumidores, de acordo com o estudo, têm carros para uso pessoal (74%). E, para 72% dos respondentes, veículos com tecnologia são mais relevantes do que aqueles com design inovador, além de que veículos flex são mais interessantes do que veículos à diesel. 

Segundo a ABVE, o Brasil emplacou em torno de 78 mil veículos elétricos entre os meses de janeiro e novembro de 2023 nas 10 principais cidades do país. São Paulo é o município com a maior frota de automóveis eletrificados do país em 2023, com cerca de 13 mil unidades e 17% de participação na frota nacional de carros elétricos (share), seguido de Brasília e Rio de Janeiro.

“O aumento da frota de carros híbridos e elétricos emplacados no país, segundo dados da ABVE, mostra que o consumidor brasileiro está mais receptivo às possibilidades que esses modelos oferecem”, diz Botter. 

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Além disso, houve o crescimento dos pontos de recarga de veículos elétricos no país. Enquanto em 2020, o país contava com 350 eletropostos, quase três anos depois, o número subiu para 3.800. A estimativa da ABVE para 2025 é que o número alcance a marca dos 10.000.

"Uma pesquisa que fizemos no ano passado, intitulada O consumidor e o mercado automotivo revela que, no mercado brasileiro, os consumidores têm uma preferência significativamente maior por carros híbridos em comparação com veículos exclusivamente elétricos. Infelizmente, a sustentabilidade ainda ocupa a última posição no ranking dos fatores que influenciam a decisão de compra de automóveis, indicando que, para a maioria dos consumidores, essa consideração não é prioritária", afirma Botter. 

Carros elétricos no Brasil 

Dentre os modelos eletrificados, o E-JS1, da JAC, representa 6% de share do total de elétricos comercializados na plataforma da OLX em no ano passado. O BMW I3 é o segundo colocado, também com 6% de participação, e o Volvo XC40 é o terceiro, com 5%.   

 O Porsche Taycan foi o modelo elétrico mais procurado no site e app, enquanto o Nissan LEAF é o mais anunciado no ano. Dos sete carros elétricos mais vendidos, o BMW I3, com preço médio de R$ 207 mil, representa uma economia de mais de 35% em relação a um modelo novo. Segundo a OLX, esse é o maior custo-benefício dentre os modelos listados.

A procura por carros híbridos

Os três modelos híbridos mais vendidos por meio da OLX em 2023 são da Toyota. O Corolla lidera o ranking, com 42% de share dentre todos os modelos desse tipo comercializados no período. O Prius vem na segunda colocação, com 6% de participação. O RAV4 ocupa a terceira posição, com 3%. Já o Prius é o carro híbrido com maior economia em relação a um novo, com 77% e preço médio de R$ 90 mil.

“Vale ressaltar que é preciso acompanhar os impactos não só dos investimentos em eletropostos e demais aspectos de infraestrutura que favoreçam o consumo de carros elétricos e híbridos, mas também no comportamento do mercado mediante o retorno gradual do imposto de importação para modelos elétricos agora no começo do ano, que pode chegar a 35% em 2026, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)”, diz Botter.

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