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Vendas no varejo nos EUA ficam estagnadas em abril

Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços alimentícios, as vendas no varejo caíram 1,5% no mês passado

Preços ao consumidor nos EUA têm maior alta em 8 anos e meio (Bloomberg / Colaborador/Getty Images)
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Reuters

Publicado em 14 de maio de 2021 às 10h07.

Última atualização em 14 de maio de 2021 às 11h33.

As vendas no varejo dos Estados Unidos ficaram inesperadamente estagnadas em abril com a redução do impulso dos cheques de estímulo, mas uma aceleração é provável nos próximos meses em meio a poupanças recordes e à reabertura da economia.

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O Departamento do Comércio informou nesta sexta-feira que a leitura estável das vendas varejistas seguiu-se a um salto de 10,7% em março, em dado revisado para cima de alta de 9,7% informada antes.

Economistas consultados pela Reuters previam alta de 1,0% das vendas.

Muitas famílias qualificadas receberam cheques adicionais de 1.400 dólares em março, como parte do pacote de resgate da Casa Branca de 1,9 trilhão de dólares pela pandemia e aprovado no início daquele mês.

As famílias acumularam 2,3 trilhões de dólares em poupança extra durante a pandemia, o que deve sustentar os gastos neste ano.

Mas após a informação neste mês de que as contratações desaceleraram em abril em meio à falta de mão de obra, a fraqueza das vendas pode provocar ansiedade sobre a recuperação econômica.

Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços alimentícios, as vendas no varejo caíram 1,5% no mês passado depois de alta de 7,6% em março. O chamado núcleo das vendas corresponde mais de perto ao componente dos gastos dos consumidores no Produto Interno Bruto.

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