Economia

Sistema da Receita agilizará CPF para investidor estrangeiro

Na sistemática nova, o investidor obtém o CPF junto com o Registro de Investidor Estrangeiro


	Antes, o investidor estrangeiro tinha de cumprir uma série de formalidades para obter registro no CPF
 (Wikimedia Commons)

Antes, o investidor estrangeiro tinha de cumprir uma série de formalidades para obter registro no CPF (Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de maio de 2015 às 16h13.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - A Receita Federal e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) anunciaram hoje (20) o lançamento de um sistema que agilizará o processo de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) de investidores estrangeiros residentes no exterior.

De acordo com a Receita, o novo sistema é reflexo de um esforço conjunto das instituições para aperfeiçoar o atendimento desses investidores, que, nos termos da legislação em vigor, devem se inscrever no CPF e se cadastrar na CVM, antes de realizarem investimentos no mercado de capitais do Brasil.

Antes, o investidor estrangeiro tinha de cumprir uma série de formalidades para obter registro no CPF em uma representação diplomática brasileira.

Com a burocracia, muitos optavam por investir em mercados de outros países. Na sistemática nova, o investidor obtém o CPF junto com o Registro de Investidor Estrangeiro.

Para a Receita, com o novo sistema haverá redução nos custos administrativos e facilidades no processo de inscrição do CPF para o investidor estrangeiro, o que resultará em melhorias para o ambiente de negócios do país.

                                                 

Acompanhe tudo sobre:Investimentos de empresasReceita FederalCVMDocumentação

Mais de Economia

Governo lança novo Desenrola MEI e prorroga programas para renegociar dívidas; entenda como funciona

Desemprego cai a 5,3% no trimestre até agosto, com recorde de ocupação

Reforma tributária: lei feita para segurar benefícios ganhou exceção antes de completar um ano

Novo Desenrola: governo vai comprar R$ 150 bi em dívidas de famílias com descontos de 90%