Economia

Ritmo de alta da procura do consumidor por crédito diminui

A procura de janeiro a junho deste ano aumentou 13,7% em comparação com o mesmo período de 2011

Os consumidores de baixa renda com ganhos mensais até R$ 500 são os que mais têm recorrido ao crédito com uma expansão na procura de 34,8% (Germano Lüders/EXAME.com)

Os consumidores de baixa renda com ganhos mensais até R$ 500 são os que mais têm recorrido ao crédito com uma expansão na procura de 34,8% (Germano Lüders/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de julho de 2011 às 10h57.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo – A procura de consumidores por crédito de janeiro a junho deste ano aumentou 13,7% sobre igual período de 2011. A informação é da pequisa Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Apesar de se manter em alta, o ritmo é inferior ao aumento de 16,6% registrado na comparação entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período de 2009.

Em junho, a demanda caiu 3% ante o mês de maio e aumentou 21% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Na análise dos economistas da empresa de consultoria Serasa, o enfraquecimento da procura foi provocado pela “elevação dos juros e pela adoção das medidas macroprudenciais”.

Os consumidores de baixa renda com ganhos mensais até R$ 500 são os que mais têm recorrido ao crédito com uma expansão na procura de 34,8%, seguidos pelos que recebem até R$ 5.000 (alta de 19,2%). Já entre aqueles que têm renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, o aumento ficou em 7,2%.

A maior procura ocorreu no Nordeste (17,1%). Depois, vêm o Norte (14,2%), o Sudeste (13,3%), o Centro-Oeste (13%). A menor variação foi registrada na Região sul (11,9%).

Acompanhe tudo sobre:ConsumoConsumidoresCrédito

Mais de Economia

A eleição acabou. O que falta ser feito na reforma tributária?

Lula x Flávio Bolsonaro: o que cada um propõe para a relação com os EUA e o tarifaço

Diesel pode ter reajuste de 50% pela Petrobras após eleições, avalia Goldman Sachs

IPCA-15: prévia da inflação desacelera para 0,32% em outubro