Economia

Renegociação de contratos pode atrasar o Comperj

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, admitiu hoje a possibilidade de ocorrer um atraso no início das operações do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O motivo seria o mesmo que deverá levar a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a começar a operar apenas um ano depois do previsto, em […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h47.

Priorizar nos meus resultados Google

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, admitiu hoje a possibilidade de ocorrer um atraso no início das operações do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O motivo seria o mesmo que deverá levar a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a começar a operar apenas um ano depois do previsto, em abril de 2012: a renegociação de contratos em busca de melhores preços.

"Não há milagre. Se eu rejeito um contrato porque ele está com um valor mais elevado e isso ocorre não uma, mas duas ou até três vezes, o cronograma da obra vai se esticando e, é claro, há um atraso no início das obras, por uma boa causa", disse. No caso da refinaria de Pernambuco, ele destacou que a economia obtida com a renegociação dos contratos foi de R$ 6,7 bilhões. Já no Comperj, apenas um dos cinco grandes contratos que têm de ser assinados para compor a refinaria está concluído.

 

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

Desgaste de Lula e tensão com STF pesam mais que economia favorável, diz economista

Kinea: eleição só termina quando vencedor mostrar como pagará ajuste fiscal de 2% do PIB

Split payment adiado não é split payment esquecido: o que muda no caixa e nos sistemas das empresas

Governo lança novo Desenrola MEI e prorroga programas para renegociar dívidas; entenda como funciona