Economia

Reino Unido considera pagar para ter acesso a mercado da UE

Governo britânico segue formulando sua posição de negociação antes das conversas formais de separação no próximo ano

Brexit: governo britânico diz que consideraria fazer uma "contribuição de qualquer forma" para o acesso ao mercado único da UE (Reuters/Toru Hanai/Reuters)

Brexit: governo britânico diz que consideraria fazer uma "contribuição de qualquer forma" para o acesso ao mercado único da UE (Reuters/Toru Hanai/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 1 de dezembro de 2016 às 11h54.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - O Reino Unido vai considerar fazer pagamentos à União Europeia depois de deixar o bloco para alcançar o melhor acesso possível ao mercado europeu para as empresas britânicas, afirmou o ministro do Brexit, David Davis, nesta quinta-feira.

O governo está formulando sua posição de negociação antes das conversas formais de separação no próximo ano, e as empresas britânicas têm buscado a garantia de que não vai haver um "Brexit duro", priorizando a restrição da imigração sobre a permanência no mercado único da UE.

A libra atingiu a máxima de quase três meses após os comentários de Davis.

O ministro foi questionado repetidamente pelos parlamentares durante uma sessão regular de perguntas no Parlamento sobre a perspectiva de ter que contribuir com o orçamento da UE.

"A retirada da UE significa que as decisões sobre como gastamos o dinheiro dos contribuintes serão feitas no Reino Unido", disse.

Perguntado pela oposição trabalhista se o governo consideraria fazer uma "contribuição de qualquer forma" para o acesso ao mercado único da UE, Davis disse que sim.

Acompanhe tudo sobre:Reino UnidoBrexitUnião Europeia

Mais de Economia

Novo Desenrola: governo vai comprar R$ 150 bi em dívidas de famílias com descontos de 90%

Prévia da inflação: IPCA-15 sobe para 0,70% em setembro, acima da expectativa

Governo reduz contenção no Orçamento para R$ 16,1 bi; entenda a mudança

Empresas do Simples estão na reta final de escolha da reforma tributária — e o mercado pode punir