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Reforma bancária da Espanha está encaminhada mas há riscos

O relatório do FMI cita a necessidade do país corrigir seu déficit orçamentário, reduzir o nível de dívida privada e lidar com a queda dos preços dos imóveis

Madri - Os bancos espanhóis, que receberam 41,3 bilhões de euros de resgate da Europa no ano passado, estão mais fortes, mas ainda enfrentam altos riscos, alerta o FMI em um relatório divulgado nesta segunda-feira.

"A implantação do programa do setor financeiro da Espanha permanece nos trilhos", disse o Fundo Monetário Internacional em seu terceiro relatório que se seguiu a uma missão, nos dias 21 a 31 de maio, em Madri.

Os relatórios fazem parte da fiscalização da troika, formada pela União Europeia, Banco Central Europeu e FMI, para checar se a Espanha está cumprindo as condições impostas, em julho de 2012, em troca do resgate aos bancos.

O Fundo aprovou a criação do banco podre, o Sareb, que assumiu os ativos tóxicos dos bancos em dificuldades com um grande desconto, para tentar vendê-los com lucro.

"As ações para recapitalizar o setor bancário e as transferências de ativos ao Sareb proporcionaram um importante estímulo à liquidez e à solvência do sistema", disse o Fundo.

"Não obstante este progresso, os riscos à economia e, por consequência, ao setor financeiro, continuam elevados", alerta o relatório.

O relatório cita a necessidade da Espanha de corrigir seu déficit orçamentário, reduzir o alto nível de dívida privada e lidar com a queda dos preços dos imóveis.

"Os riscos ao setor financeiro decorrentes do contexto de dificuldades econômicas ainda continuam altos, requerendo uma ação contínua para garantir os ganhos do programa e apoiar melhor a recuperação econômica", disse o FMI da Espanha, a quarta maior economia da zona do euro, que está em recessão desde meados de 2011.

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