Economia

Crescimento do setor privado alemão desacelera em março

Pesquisa de Índice de Gerentes de Compras sugere que a maior economia da Europa cresceu apenas moderadamente no primeiro trimestre


	Fábrica na Alemanha: PMI composto final do Markit mede o crescimento tanto do setor de serviços quanto industrial e cobre mais de dois terços da economia
 (Simon/Getty Images)

Fábrica na Alemanha: PMI composto final do Markit mede o crescimento tanto do setor de serviços quanto industrial e cobre mais de dois terços da economia (Simon/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de abril de 2013 às 08h25.

Priorizar nos meus resultados Google

Berlim - O crescimento do setor privado alemão desacelerou ainda mais em março, com a área de serviços perdendo força, mostrou nesta quinta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), sugerindo que a maior economia da Europa cresceu apenas moderadamente no primeiro trimestre.

O PMI composto final do Markit, que mede o crescimento tanto do setor de serviços quanto industrial e cobre mais de dois terços da economia, caiu para 50,6 em março ante 53,3 em fevereiro.

O resultado ficou abaixo da leitura inicial de 51,0, mas pouco acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.

"No geral, é provável que haja um crescimento modesto do PIB (Produto Interno Bruto) alemão no primeiro trimestre, mas a mensagem clara dos indicadores mensais é de que a recuperação econômica alemã está diminuindo rapidamente agora", disse o economista sênior do Markit, Tim Moore.

O PMI mostrou que a expansão do setor de serviços desacelerou em março, uma vez que as empresas enfrentaram uma queda das novas encomendas.

O índice do setor de serviços caiu para 50,9 em março ante 54,7 no mês anterior, abaixo da estimativa inicial de 51,6.

Acompanhe tudo sobre:Indicadores econômicosDesenvolvimento econômicoCrescimento econômicoPMI – Purchasing Managers’ Index

Mais de Economia

BC mantém espaço para novo corte da Selic após eleições, dizem economistas

Com Selic a 13,75% ao ano, Brasil segue com o maior juro real do mundo

BC corta a Selic pela 5ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 13,75%

Prévia do PIB: IBC-Br cai 0,2% em julho com recuo do agro