Brasil será 3º maior mercado de voos domésticos em 2017

O Brasil se consolidará como o terceiro maior mercado de voos domésticos em 2017, atrás apenas de Estados Unidos e China

Genebra - O Brasil se consolidará como o terceiro maior mercado de voos domésticos em 2017, atrás apenas de Estados Unidos e China, e estará, junto a outros quatro países latino-americanos (Colômbia, Peru, México e Equador), entre as dez nações nas quais a aviação comercial crescerá mais rápido.

Esta é a conclusão da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) na previsão sobre a evolução da indústria de transporte aéreo no período 2012-2017, divulgada nesta terça-feira em Genebra, na Suíça.

Segundo as previsões, o Brasil será o terceiro maior mercado doméstico aéreo com um total de 122,4 milhões de passageiros dentro de quatro anos, um aumento de 32 milhões em relação a 2012.

Em nível global, a demanda de passageiros - em voos domésticos e internacionais - aumentará 5,4% no mundo, o que levará o número global de passageiros a 3,910 bilhões em 2017, frente aos 2,980 bilhões do ano passado.

Comparativamente, a análise da Iata especificou que o crescimento foi de 4,3% entre 2008 e 2012 pelo impacto negativo da crise financeira e a recessão em vários países industrializados.

O maior aumento em nível mundial se dará nos voos internacionais e alcançará 25%, com um crescimento do número de passageiros de 1,2 bilhão para 1,5 bilhão em 2017.

Na região latino-americana, o crescimento do tráfego internacional de passageiros nos próximos quatro anos será de 4,5%.

As melhores oportunidades para o setor continuarão nas economias emergentes, particularmente as da Ásia Pacífico e do Oriente Médio, regiões onde as demandas de passageiros progredirão 5,7% e 6,3%, respectivamente.

As rotas que conectam o exterior com a China e as nacionais serão o motor mais importante do crescimento ao representar 24% de todos os novos passageiros esperados para o período 2012-2017.

Com um total de 677,8 milhões de passageiros em quatro anos, Estados Unidos continuará sendo o maior mercado para os voos nacionais, enquanto a China estará no segundo lugar com 487,9 milhões de passageiros.

Segundo a Iata, 57 milhões de empregos estão relacionados à aviação, que gera uma atividade econômica que chega a US$ 2,2 trilhões.

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