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Bolsonaro elogia parceria com a China para a produção de vacinas

Em fala durante a cúpula do Brics, Bolsonaro destacou parceria com a China, apesar das críticas à Coronavac

Apesar de repetidamente colocar em dúvida a eficácia da Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, o presidente Jair Bolsonaro elogiou a parceria com a China durante sua fala na abertura da cúpula virtual do Brics. Na abertura da conferência que reúne os mandatários de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o presidente destacou a importância da China na campanha de vacinação brasileiro.

Segundo o presidente, as relações com a China tem se mostrado determinantes para a "gestão adequada da pandemia do Brasil'. O presidente, entretanto, fez referência direta apenas aos insumos importados da China e não à Coronavac, desenvolvida no país e criticada por Bolsonaro.

— Esta parceria se tem mostrado essencial para a gestão adequada da pandemia do Brasil tendo em vista que parcela expressiva das vacinas oferecidas à população brasileira é produzida com insumos originários da China — disse Bolsonaro.

A China exporta para o Brasil insumos necessários para as vacinas AstraZeneca, produzidas pela Fiocruz, e Coronavac, produzida pelo Butantan. Esta última já foi diversas vezes atacadas pelo presidente. Na última delas, no último sábado, durante participação na cúpula conservadora CPAC, Bolsonaro afirmou que a Coronavac não tinha comprovação científica, o que é falso, visto que a vacina foi aprovada pela Anvisa, agência de vigilância sanitária do governo federal, exatamente após análise dos estudos que atestaram sua eficácia.

Durante sua fala, o presidente elogiou também os outros países participantes. Em relação à Índia, outro exportador de insumos, Bolsonaro também destacou a parceria sobre a Covid.

— A parceria estratégica vive um excelente momento. Diversos instrumentos estão rendendo frutos e nossa cooperação tem avançado em especial nas áreas de ciência e tecnologia, sobretudo no combate à pandemia de Covid — afirmou.

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