Economia

BC britânico mantém taxa de juros em mínima recorde

Com a medida, o banco central britânico manteve seu plano de levar a economia de volta à força total


	Banco Central britânico: o BC britânico deixou sua taxa de juros referencial em 0,5%
 (Adrian Pingstone/Wikimedia Commons)

Banco Central britânico: o BC britânico deixou sua taxa de juros referencial em 0,5% (Adrian Pingstone/Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 5 de junho de 2014 às 08h52.

Londres - O banco central britânico manteve seu plano de levar a economia de volta à força total mantendo a taxa de juros em mínima recorde nesta quinta-feira, apesar do forte crescimento e preços imobiliários subindo rapidamente.

Como era amplamente esperando, o Comitê de Política Monetária do BC britânico deixou sua taxa de juros referencial em 0,5 por cento, o mesmo nível desde o pior da crise financeira, há mais de cinco anos. O comitê não fez declarações. Os detalhes de como seus nove membros votaram serão divulgados em cerca de duas semanas.

Martin Weale, o membro do comitê visto como quem mais provavelmente vai romper as fileiras e dar o primeiro voto a favor de uma elevação dos juros, disse na semana passada que os custos de empréstimos devem subir logo, embora ainda não seja o momento de começar a tirar os estímulos do BC britânico. O presidente do BC britânico, Mark Carney, disse no mês passado que a economia britânica estava apenas rumando na direção de uma primeira elevação da taxa de juros, mesmo que o crescimento deva superar os 3 por cento neste ano.

O BC britânico acredita que ainda há pessoas o suficiente sem emprego ou buscando mais trabalho para permitir que a recuperação continue sem que a inflação seja elevada.

As projeções do BC publicadas em maio mostraram que elevações graduais das taxas de juros, começando daqui a cerca de um ano, seriam consistentes com sua meta de inflação de 2 por cento.

O BC britânico também disse nesta quinta-feira que vai manter inalterado seu estoque de 375 bilhões de libras (628 bilhões de dólares) de títulos do governo que construiu durante os últimos anos em uma tentativa de fazer com que a economia se movesse novamente.

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