Ciência

Chuva de meteoros tem pico nesta madrugada; veja como assistir

A chuva de meteoros pode ser vista todos os anos no fim de abril, quando a Terra passa pela região do espaço que serviu de rota para o Cometa Thatcher, que deixou um rastro de poeira

Chuva de meteoros: para enxergar o fenômeno, o Observatório Nacional orienta que o observador esteja em local de baixa poluição luminosa e olhe na direção norte (Getty Images/Getty Images)

Chuva de meteoros: para enxergar o fenômeno, o Observatório Nacional orienta que o observador esteja em local de baixa poluição luminosa e olhe na direção norte (Getty Images/Getty Images)

AB

Agência Brasil

Publicado em 22 de abril de 2022 às 15h52.

Última atualização em 22 de abril de 2022 às 16h19.

Os fãs de astronomia terão uma oportunidade, na madrugada de hoje, 22, de observar um fenômeno astrológico. Nesta noite, ocorre o pico da chuva de meteoros Lírida (ou Lyrids), que pode ser vista da Terra de 15 a 29 de abril.

Segundo o Observatório Nacional, até 18 meteoros por hora poderão ser vistos nas condições ideais: céu limpo e local pouco iluminado. O melhor horário para a visualização será a partir da 1h (horário de Brasília), quando os meteoros estiverem numa boa altura em relação ao horizonte. As melhores regiões do país para observar o fenômeno serão o Norte e o Nordeste.

A chuva de meteoros pode ser vista todos os anos no fim de abril, quando a Terra passa pela região do espaço que serviu de rota para o Cometa Thatcher (C/1861 G1), que deixou um rastro de poeira e detritos na direção da constelação de Lyra. Neste ano, o fenômeno coincidiu com o início da lua minguante, o que dificultará a observação dos meteoros menos brilhantes porque a lua estará com 67% de luminosidade.

Como assistir?

Para enxergar a chuva de meteoros, o Observatório Nacional orienta que o observador esteja em local de baixa poluição luminosa e olhe na direção norte. Para facilitar o reconhecimento dos pontos cardeais, o observador que não tiver uma bússola deverá estender o braço direito para o local onde o Sol nasce (o leste) e o braço esquerdo para o local onde o Sol se põe (o oeste). Dessa forma, ele estará de frente para o norte.

Pequenos corpos celestes que se deslocam no espaço e entram na atmosfera da Terra, os meteoros queimam parcial ou totalmente devido à fricção com a atmosfera terrestre e ao contato com moléculas de oxigênio. Esse fenômeno deixa um risco luminoso no céu, popularmente chamado de “estrela cadente”.

Acompanhe tudo sobre:Chuva de meteorosMeteorologia

Mais de Ciência

Componente de protetores solarares encontrado em alimentos gera preocupação nos EUA

Nova promessa de tratamento para Alzheimer avança nos EUA. Como o medicamento funciona?

Por que uma dieta baseada em vegetais nem sempre é saudável?

Covid-19 e gripe: vacina combinada da Moderna mostra alta eficácia

Mais na Exame