Ciência

AstraZeneca nomeia Filippo Fontana para comandar operação no Brasil

Há nove anos na farmacêutica, executivo deixa o comando da operação na Áustria e assume a liderança no Brasil

Filippo Fontana: Executivo assume operação brasileira com foco em acesso a medicamentos, parcerias e expansão da pesquisa clínica. (Divulgação)

Filippo Fontana: Executivo assume operação brasileira com foco em acesso a medicamentos, parcerias e expansão da pesquisa clínica. (Divulgação)

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 16 de outubro de 2026 às 14h06.

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A farmacêutica AstraZeneca anunciou nesta quinta-feira, 16, Filippo Fontana como presidente da operação no Brasil. Há nove anos na companhia e ex-presidente da unidade na Áustria, o executivo terá como prioridades ampliar o acesso a medicamentos, liderar a estratégia local e apoiar o investimento de R$ 400 milhões em pesquisa clínica no país em 2026.

A AstraZeneca anunciou nesta quinta-feira, 16, Filippo Fontana como presidente de sua operação no Brasil. Há nove anos na farmacêutica, o executivo ocupava o mesmo cargo na Áustria e assume a função com a missão de ampliar o acesso a medicamentos e conduzir a estratégia da companhia no país.

Na operação austríaca, Fontana liderou lançamentos de medicamentos voltados à atenção primária e especializada. No Brasil, será responsável pelo crescimento das áreas terapêuticas e pela articulação de parcerias com instituições e empresas do setor de saúde.

A nomeação ocorre em um momento de avanço dos medicamentos em pesquisa e desenvolvimento da AstraZeneca, com foco em oncologia, doenças raras e biofarmacêutica.

“O Brasil é um dos mercados mais dinâmicos e inspiradores do mundo, com uma enorme oportunidade de transformar a vida de milhões de pessoas. Estou entusiasmado para trabalhar ao lado das nossas equipes e parceiros no país, contribuindo para ampliar o impacto da ciência e da inovação para os pacientes brasileiros”, afirma Fontana.

Investimento em pesquisa clínica no Brasil

Entre as atribuições do executivo está o apoio à expansão das atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Brasil. A companhia anunciou um investimento de R$ 400 milhões em 2026 para ampliar os estudos clínicos no país, que avaliam medicamentos em seres humanos.

Com sede brasileira em São Paulo, a AstraZeneca atua no país há mais de 25 anos, emprega aproximadamente 1.500 pessoas e disponibiliza cerca de 50 medicamentos. Segundo a empresa, seus tratamentos chegaram a mais de 3 milhões de pacientes no Brasil em 2025.

A farmacêutica tem sede global em Cambridge, no Reino Unido, e opera em mais de 100 países. Sua atuação abrange tratamentos para câncer e doenças raras, assim como doenças cardiovasculares, renais, metabólicas, respiratórias e imunológicas.

'Perguntas frequentes'

Quem é Filippo Fontana, novo presidente da AstraZeneca no Brasil? +

Filippo Fontana está há nove anos na AstraZeneca e ocupava a presidência da operação na Áustria. No país europeu, o executivo liderou lançamentos de medicamentos para atenção primária e especializada.

Quais serão as responsabilidades de Filippo Fontana no Brasil? +

Filippo Fontana será responsável por ampliar o acesso a medicamentos, conduzir a estratégia da AstraZeneca no Brasil e promover o crescimento das áreas terapêuticas. O executivo também articulará parcerias com instituições e empresas do setor de saúde.

Quanto a AstraZeneca investirá em pesquisa clínica no Brasil? +

A AstraZeneca anunciou um investimento de R$ 400 milhões em 2026 para ampliar os estudos clínicos no Brasil. As pesquisas avaliam medicamentos em seres humanos.

Quais são as áreas prioritárias de pesquisa da AstraZeneca? +

A AstraZeneca concentra o avanço de seus medicamentos em pesquisa e desenvolvimento nas áreas de oncologia, doenças raras e biofarmacêutica.

Qual é a presença da AstraZeneca no Brasil? +

A farmacêutica AstraZeneca atua no Brasil há mais de 25 anos, emprega cerca de 1.500 pessoas e disponibiliza aproximadamente 50 medicamentos. Segundo a empresa, seus tratamentos chegaram a mais de 3 milhões de pacientes no país em 2025.

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