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Projeto do Instituto Tomie Ohtake forma 700 lideranças femininas em SP

Cósmicas, programa online de lideranças femininas, teve patrocínio do Makro Atacadista e formou meninas e mulheres de 14 a 21 anos
Cósmicas promoveu autonomia, articulação e autoconhecimento na formação de meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade (Divulgação/Divulgação)
Cósmicas promoveu autonomia, articulação e autoconhecimento na formação de meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade (Divulgação/Divulgação)
Por BússolaPublicado em 10/01/2022 14:25 | Última atualização em 10/01/2022 15:19Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Por Chris Moraes* 

Encontros e experiências virtuais ligados a temas como gênero, raça, saúde da mulher, empreendedorismo, direitos humanos e cidadania, entre muitos outros, numa jornada de aprendizagem coletiva. Essa foi a missão de Cósmicas — Programa de Lideranças Femininas Makro, realizado pelo Instituto Tomie Ohtake, com patrocínio do atacadista, iniciado em julho e que terminou em dezembro, com mais de 730 meninas e mulheres ativas, de 14 a 21 anos, de 19 cidades do estado de São Paulo.

Ministrado por mais de 20 mulheres formadoras de opinião, das mais diversas formações, o Cósmicas promoveu autonomia, articulação e autoconhecimento na formação de meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade. O objetivo era fazer com que todas passem a protagonizar suas histórias e liderar seu próprio futuro.

Mulheres influentes do calibre de Adriana Barbosa, Priscila Gama, MC Sophia, Auá Mendes, Moara Tupinambá, Aline Chermoula, Soberana Ziza, Sheila Makeda, Jandaraci Araujo — entre muitas outras, trouxeram suas experiências para o programa. Foram sete horas semanais de aulas online, via Google Classroom, lives semanais no Instagram e um programa de mentoria com 11 facilitadoras em grupos de whatsapp e nos encontros, vídeos, leituras e exercícios.

Dividida em três módulos, respectivamente o “Eu”, “Outro” e o “Mundo”, a jornada começou ouvindo as participantes para entender e refletir sobre a história e narrativa de cada uma. Em pauta: a ancestralidade, o autoconhecimento e mapeamento da história pessoal de cada uma das participantes. Viabilizar que as Cósmicas tomassem as rédeas de seu próprio futuro, cuidando primeiramente da saúde física, que reflete e impacta todas as áreas da vida, e principalmente da alimentação.

Depois foi a vez do convívio coletivo, reflexões acerca de fobias sociais, como obter redes de apoio, cuidados pessoais, reconhecer e reivindicar seus direitos. Em paralelo, aconteceram fóruns sobre produção cultural, feminismo, facilitando o acesso ao universo do empreendedorismo. Já no último módulo, que terminou em dezembro, as participantes desenharam seus planos de vida para direcionar seus sonhos, suas profissões e criarem seu projeto pessoal.

“Trabalhamos a partir de estímulos, trocas e curas coletivas desenvolvidos ao longo do trabalho. A meta foi abrir as portas para entrarmos no século 21, com perspectivas viáveis de presentes e futuros possíveis, coletivamente”, diz a coordenadora do programa Vera Nunes, do Instituto Tomie Otake. Negra e vinda da periferia de São Paulo, Vera é a prova viva de que a mentoria e a educação são capazes de transformar a vida das pessoas.

Estudo e salário

Estudante de Direito e pós-graduada em Gestão Pública, Isabella Salles da Silva, negra, 21 anos, mora em Osasco com a mãe aposentada. Funcionária do SAC do Mercado Livre, Isabella quer seguir carreira em sustentabilidade e conta que o Cósmicas mudou completamente a sua vida. “Estou aprendendo a lidar com a maneira que a sociedade me vê: sou uma mulher preta de periferia, mas sei do meu valor e que mereço ganhar o salário de acordo com os meus estudos. Aprendi a me colocar no lugar que desejo, não onde querem que eu esteja”, declara.

Graças ao Cósmicas, Isabella está desenvolvendo com mais duas colegas do grupo, um projeto de educação financeira. “Como economizar, como investir, se organizar, sem repetir os erros que já cometemos com dinheiro. Quero incentivar a comunidade onde vivo, via conteúdo em redes sociais. Fazer as coisas que gosto com responsabilidade”, afirma.

A formação profissional de mulheres jovens e periféricas como meio de viabilizar a inserção de negras no mercado de trabalho e na liderança, é uma convicção do Makro Atacadista, desde as origens do grupo SHV, na Holanda.

“As mulheres já constituem metade dos funcionários no Brasil. Hoje, 48% dos 2800 funcionários são formados por negros, segundo mostrou a pesquisa feita no Makro pelo GPTW 2021 (Great Place To Work). Queremos atingir 54% até 2023. Em 2021 fomos o único varejista a receber o GPTW Mulheres, indicando que o ambiente é favorável ao crescimento profissional das mulheres”, diz Danielle Rainha, CHRO de RH do Grupo Makro e uma das palestrantes do Cósmicas.

*Chris Moraes é jornalista e integra o time de atendimento da FSB.

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