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Mexicana NA-AT Technologies investe US$1 mi em nova operação no Brasil

Companhia foca em mercado B2B, com ênfase nos segmentos financeiro, tecnológico, imobiliário, jurídico, de saúde e de educação

Com investimento de US$ 1 milhão, chega ao Brasil a companhia mexicana NA-AT Technologies, referência em soluções biométricas. Por meio do seu principal produto, FAD Assinatura Autógrafa Digital, o objetivo é trazer ao mercado brasileiro soluções customizadas que garantem alto nível de segurança na assinatura remota de acordos e contratos, proporcionando validade jurídica, bem como redução de roubo e usurpação de identidade.

Com a tecnologia que a consolidou como a principal fornecedora do setor financeiro mexicano, a companhia vem crescendo de forma expressiva no mercado internacional comercializando suas soluções em mais de 20 países.

Somente em 2020, o faturamento global da NA-AT Technologies foi de US$7 milhões. Para este ano, a expectativa é faturar 15 milhões de dólares e, no próximo ano, 22 milhões de dólares, projetando um crescimento de 50% ao ano.

No Brasil, a empresa pretende conquistar cerca de 500 clientes, entre pessoas jurídicas e físicas, ainda neste ano, com a previsão de aumentar 40% nos próximos anos. O principal foco é o mercado B2B, com ênfase nos segmentos financeiro, tecnológico, imobiliário, jurídico, de saúde e de educação.

Fraudes

De acordo com Carlos Chavarría, diretor geral da NA-AT, por conta das mudanças implementadas durante a pandemia no Brasil, as tecnologias de assinatura eletrônica passaram a ser utilizadas em larga escala pelas empresas. Somente em 2020, houve um aumento de 80% nas tentativas de fraude de identidade, segundo levantamento feito pela Febraban.

“Dentro deste cenário, nosso objetivo no Brasil é trazer para os bancos, seguradoras e todas as empresas abertas à inovação digital, soluções para fechamento de acordos que garantam eficiência e alto nível de segurança. Queremos reduzir drasticamente o roubo e a usurpação de identidade, por meio de nossa tecnologia para assinatura eletrônica e validação multibiométrica, proporcionando total autenticidade jurídica”, afirma.

Em termos de segurança digital a solução conta com características únicas que certificam a identidade digital dos envolvidos, garantindo a diminuição de riscos, cumprimento à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e, ainda, aderência aos princípios das Leis Modelo para Comércio Eletrônico da Uncitral (Comissão das Nações Unidas para o Direito do Comércio Internacional).

“Nossa solução cumpre com todos requisitos para que uma assinatura eletrônica tenha total validez legal como acessibilidade, integridade e atribuição. Ou seja, assegura que todos os que assinam tenham acesso ao documento a qualquer momento, garantindo que o documento não sofra alteração ao longo do tempo e que somente a própria pessoa possa assinar em seu nome. Graças aos diferentes elementos tecnológicos aplicados ao documento, a solução proporciona maior segurança que o papel”, declara o diretor.

No México, a FAD teve um aumento de até 300% na implementação de novos produtos financeiros e reduziu em 99% as reclamações por repúdio de assinatura de contratos em mais de 200 empresas que atualmente operam com suas soluções.

Prevenção

Um estudo realizado em 2020 pela Market and Markets (M&M), prevê que a fraude por roubo de identidade chegará a mais de 100 bilhões de dólares até 2023, somente na América Latina. O dado alarmante está relacionado a maneira como os contratos são assinados.

“Hoje, a viabilização de um contrato exige a assinatura de duas ou mais pessoas. No entanto, muitas vezes não são os titulares que assinam, mas outras pessoas em seu nome, resultando em sérios problemas em relação à fraude de roubo de identidade. A assinatura de documentos através da FAD conta com recursos como vídeo da assinatura, vídeo de aceitação do acordo, geolocalização e constância de conservação aprovada pelas autoridades, evitando fraudes e garantindo a segurança digital”, afirma Chavarría.

Vale lembrar que, há quase 20 anos, foi criada no Brasil a Medida Provisória 2200-2, que tem por objetivo regulamentar as especificações técnicas a serem adotadas para assinaturas eletrônicas, visando proporcionar segurança e legalidade nas relações eletrônicas.

Segundo Chavarría, sua importância e necessidade de adequação têm sido vitais para a emissão de documentos digitais.

“Não cair no atraso tecnológico tem sido uma questão prioritária para o mercado brasileiro, um gigante com oportunidades de negócios em tecnologia. Seu grande potencial econômico permite a entrada de soluções biométricas como a FAD, melhorando a eficiência principalmente do setor financeiro, com o objetivo de transformar a maneira como os acordos são realizados”, diz o executivo.

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