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Como a ICONIC, que opera Ipiranga e Texaco Lubrificantes, planeja reduzir 43% das emissões até 2030

Investindo em energia elétrica, líder no setor já deixou de emitir 200 toneladas anuais de CO2

Alexandre Bassaneze,  presidente da ICONIC  (ICONIC/Divulgação)

Alexandre Bassaneze, presidente da ICONIC (ICONIC/Divulgação)

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Publicado em 29 de maio de 2024 às 13h00.

O Brasil é dono do sexto maior mercado de lubrificantes do mundo, com um volume de aproximadamente 1,35 bilhão de litros (ou 8,5 milhões de barris) registrado em 2023, segundo pesquisa da Factor Kline

Para 2024, “a previsão é de aumento de volume, acompanhando o aumento das vendas de veículos automotores e do resultado do agronegócio”, analisa Alexandre Bassaneze, CEO da ICONIC.

  • A empresa detém 25,4% de market share no segmento, segundo dados do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), e é licenciada das marcas Ipiranga e Texaco Lubrificantes.

O executivo acredita que os produtores devem crescer em 2024 se atentando às questões ESG e de sustentabilidade como principais pontos

Assim, o objetivo da ICONIC é reduzir suas emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) em 43% até 2030.

Até agora a empresa conseguiu baixar em 27% das emissões – e um dos principais fatores que permitiram alcançar esse índice foi a substituição dos combustíveis fósseis pela energia elétrica.

Eletricidade reduz emissões de GEE

A planta de Duque de Caxias (RJ) já renovou a maior parte de sua frota de empilhadeiras com equipamentos elétricos e deixará de emitir cerca de 200 toneladas de CO2 por ano.

O investimento foi de R$ 3,5 milhões na aquisição de 15 novas empilhadeiras elétricas, que entraram em operação em abril deste ano.

Na Fábrica de Osasco (SP), especializada na produção de coolants (líquido usado para regular a temperatura de sistemas) e graxas, o investimento foi de cerca de R$ 900 mil para finalizar o processo de eletrificação das empilhadeiras.

Junto a isso, a ICONIC já tem 100% da energia elétrica consumida em suas fábricas oriundas de fontes renováveis e certificadas com IRECs. 

A empresa investiu cerca de R$ 2,5 milhões em novas caldeiras modulares de maior eficiência energética que queimam volume 25% menor de gás natural.

“Tivemos um bom crescimento em segmentos estratégicos da economia e temos um planejamento robusto, até 2026, para seguir o desenvolvimento sustentável com foco no crescimento de negócios”, conclui Bassaneze.

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