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Com o aumento dos casos de dengue desde o começo de 2024, é necessário se prevenir neste verão para não contrair a doença. Só neste ano, foram 75 mortes causadas pelo vírus e há mais 340 óbitos em investigação, segundo o Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde. Entre janeiro e fevereiro, o País já registrou 512 mil infectados pela doença em todo o território nacional. Em 2023, foram 2,900 milhões pessoas notificadas, 1,600 milhão de casos foram confirmados e resultaram em mil óbitos.

A principal forma de prevenção contra a doença é evitar água parada e usar repelente contra mosquitos, para se proteger do Aedes aegypti, agente transmissor do vírus da dengue. Em caso de contração da doença, é recomendado procurar um hospital o mais rápido possível, posto que vários dos medicamentos usados para o tratamento dos sintomas da doença são contraindicados para pacientes com dengue.

Para esclarecer quais são os sintomas da dengue, a EXAME conversou com a infectologista e epidemiologista Luana Araújo. Veja abaixo:

Quais são os sintomas da dengue?

A dengue pode apresentar quadro subclínico, ou seja, a pessoa tem a doença e não sente nada, até quadros gravíssimos que precisam de abordagem imediata; mas o quadro da dengue clássico é dado por febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor muscular generalizada, vômitos e diarreia, afirma Araújo. “Em casos de resolução espontânea os sintomas acabam em 7 dias”.

Acho que estou com dengue, o que eu faço?

O primeiro passo, quando tiver um dos sintomas, é buscar o diagnóstico médico, afirma a médica, que reforça que há muitos sintomas que podem ser confundidos com outras doenças como malária na região Norte, Covid, influenza e leptospirose. “É interessante que todos tenham acesso para o diagnóstico inicial para depois ser acompanhado com o tratamento ambulatorial correto até o fim da doença.

Outro alerta importante é se atentar aos sintomas mais graves que podem ser dor abdominal intensa, vômitos recorrentes, diminuição de volume urinário, sangramento pelas fezes ou vômitos. “Nestes casos é obrigatório a ida ao médico, porque será necessário alguma intervenção, como hidratação endovenosa”, afirma Araújo.

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