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Pesquisa XP/Ipespe confirma queda na popularidade do governo Bolsonaro

Governo Bolsonaro tem pior resultado desde início do governo: taxa de ruim/péssimo foi de 17% em fevereiro para 41% atualmente

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Bolsonaro (Adriano Machado/Reuters)

Bolsonaro (Adriano Machado/Reuters)

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João Pedro Caleiro

Publicado em 2 de setembro de 2019 às, 17h12.

Última atualização em 2 de setembro de 2019 às, 18h07.

São Paulo - Mais uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (02) confirma a deterioração na avaliação da população após oito meses da gestão de Jair Bolsonaro.

41% consideram o governo ruim ou péssimo enquanto 30% o consideram bom ou ótimo e 37% o avaliam como regular, de acordo com dados da XP/Ipespe.

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 29 de agosto por meio de 1.000 entrevistas de abrangência nacional. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

É o pior resultado para o governo desde que o levantamento começou. Em fevereiro, a curva estava invertida, com 40% de ótimo/bom e apenas 17% de ruim/péssimo.

Os dados são similares, considerada a margem de erro, aos de uma pesquisa Datafolha também divulgada hoje e que mostra reprovação de 38% e aprovação de 29%. A reação do presidente foi questionar a credibilidade do instituto.

Conclusões

A pesquisa da XP/Ipespe também avaliou percepções sobre a postura do governo em relação ao combate de queimadas na Amazônia.

Para 44% dos entrevistados, a ação do governo para combater os incêndios é ruim ou péssima. Outros 26% avaliam a resposta do governo como boa ou ótima.

Quando questionados sobre o principal responsável pelas queimadas, 39% citam fazendeiros e posseiros, 21% citam fatores climáticos e 20% o governo Bolsonaro.

Apenas 13% citam as ONGs, apontadas como culpadas pelo presidente mesmo sem apresentação de qualquer evidência.

As entrevistas também incluíram a atribuição de notas à personalidades políticas. Quem se sai melhor é Sergio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, mas a trajetória é de queda: de 7,3 em janeiro para 6 atualmente. Bolsonaro foi de 6,7 para 5,5 no período.

55% avaliam que as decisões do presidente de interferir na Receita e na Polícia Federal "podem prejudicar investigações e o combate à corrupção", enquanto 35% discordam.

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