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Para Aécio, começam a surgir semelhanças de Dilma e Marina

Candidato do PSDB buscou colar na ex-senadora o rótulo de alternativa ao PT que é oriunda do próprio PT

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, faz sinal de positivo em campanha na cidade de Santos (Paulo Whitaker/Reuters)
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Da Redação

Publicado em 4 de setembro de 2014 às 17h56.

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves , disse nesta quinta-feira que algumas semelhanças começam a aparecer entre a presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição pelo PT, e Marina Silva, do PSB, que estão bem à frente do tucano nas pesquisas de intenção de voto.

Em Belo Horizonte, Aécio voltou a mirar sua artilharia tanto contra Dilma quanto contra Marina e buscou colar na ex-senadora o rótulo de alternativa ao PT que é oriunda do próprio PT.

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"A verdade é que começam a aparecer algumas semelhanças entre a candidatura oficial e a candidatura oriunda do PT que se apresenta agora no campo oposicionista. Eu a respeito, como respeito a própria candidatura oficial. Mas é a nossa que levará o Brasil a um porto seguro", disse o tucano.

Ele voltou a dizer que Dilma fracassou e, por isso, perderá as eleições e que as propostas apresentadas por Marina até aqui não são factíveis.

"Respeito as boas intenções da candidata Marina, mas o conjunto das suas propostas é inexequível. Basta fazer as contas. Apenas no próximo ano teria 150 bilhões de reais a mais de gastos. Como fazer isso? Como fazer o Brasil crescer? Com que quadros, com que propostas?", questionou.

"Agora é a hora da verdade e os brasileiros vão começar a perceber de forma clara o que significa cada uma das candidatura."

Aécio foi para Minas, seu berço político e Estado pelo qual é senador, para iniciar o que chamou de "grande arrancada" que, segundo ele, levará seus candidatos ao governo mineiro, Pimenta da Veiga (PSDB), e ao Senado, o ex-governador tucano Antonio Anastasia, à vitória, assim como o levará ao segundo turno.

Atualmente, Pimenta da Veiga aparece na segunda posição nas pesquisas de intenção de voto para o governo do Estado, atrás do petista Fernando Pimentel, que foi ministro de Dilma e tem ligação pessoal com a presidente.

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