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Guedes, Onyx, Heleno, Pontes: quem mais comporá a equipe de governo?

Ao longo da campanha, o presidente eleito prometeu não fazer uso de indicações políticas. Será no mínimo curioso saber qual será seu método de recrutamento

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Magno Malta e Bolsonaro oram juntos: para os próximos dias, é esperado os nomes da equipe de transição do governo

Magno Malta e Bolsonaro oram juntos: para os próximos dias, é esperado os nomes da equipe de transição do governo

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Redação Exame

Publicado em 29 de outubro de 2018 às, 06h37.

Última atualização em 7 de dezembro de 2018 às, 18h41.

Com a confirmação nas urnas do favoritismo de Jair Bolsonaro, é esperado para os próximos dias o anúncio de novos nomes para a equipe de transição e que, provavelmente, irão compor o governo do presidente eleito. Quatro nomes já foram confirmados: Paulo Guedes será o super ministro da Fazenda; o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) ocupará a Casa Civil; o general Augusto Heleno estará à frente do Ministério da Defesa e o astronauta Marcos Pontes, na pasta da Ciência e Tecnologia.

O senador capixaba Magno Malta (PR), que não foi reeleito, também deverá ter papel destaque no novo governo, apesar de ter sido aliado dos governos petistas de Lula e Dilma Rousseff. Os filhos de Bolsonaro, o senador eleitor Flávio, o deputado reeleito Eduardo e o vereador Carlos, que tiveram papel de destaque na campanha, devem permanecer no grupo que centraliza as decisões do novo presidente.

Há rumores de que praticamente ninguém do governo de Michel Temer deve permanecer, exceto o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Durante a campanha do segundo turno. Bolsonaro disse que gostaria de manter o atual presidente do BC.

“Bolsonaro não deverá ter dificuldade em formar equipe econômica diante da quantidade de bons quadros no Brasil e do consenso na classe política e entre economistas sobre a necessidade de reformas. As ideias já estão aí, basta colocá-las em prática”, disse Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.

Esse é o começo de um longo processo de composição de governo. De acordo com o Ministério do Planejamento, o novo presidente terá à disposição 24.600 cargos públicos para serem preenchidos, que vão de assessores diretos a posições consideradas de baixo escalão, como superintendentes de órgãos federais nos estados. Metade das vagas pode ser ocupada por pessoas de fora do serviço público. Para quem prometeu ao longo da campanha não fazer uso das indicações políticas, será no mínimo curioso saber qual será o método de recrutamento de Bolsonaro.

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