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CPMI do 8 de Janeiro votará relatório final no dia 18 de outubro

No dia 17, serão lidos os votos que serão apresentados por parlamentares de oposição

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 CPMI do 8 de Janeiro
Mesa:
advogado do depoente, José Alexandre Buaiz Neto;
repórter fotográfico da Agência Reuters, Adriano Machado;
presidente da CPMI do 8 de Janeiro, deputado Arthur Maia (União-BA);
relatora da CPMI do 8 de Janeiro, senadora Eliziane Gama (PSD-MA).
Bancada:
deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Foto: Roque de Sá/Agência Senado (Roque de Sá/Agência Senado/Flickr)

CPMI do 8 de Janeiro Mesa: advogado do depoente, José Alexandre Buaiz Neto; repórter fotográfico da Agência Reuters, Adriano Machado; presidente da CPMI do 8 de Janeiro, deputado Arthur Maia (União-BA); relatora da CPMI do 8 de Janeiro, senadora Eliziane Gama (PSD-MA). Bancada: deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Foto: Roque de Sá/Agência Senado (Roque de Sá/Agência Senado/Flickr)

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA), confirmou a leitura do relatório da senadora Eliziane Gama (PSD-MA) na próxima terça-feira, a partir das 9 horas.

No dia 17, serão lidos os votos que serão apresentados por parlamentares de oposição. Como é certo que haverá pedido de vista, já há um acordo para votar o relatório final no dia seguinte.

No dia 26 de setembro, a comissão ouviu o general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o militar confirmou presença na CPMI. Heleno era um dos ministros mais próximo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Heleno foi autorizado pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) a consultar os advogados durante a sessão e permanecer em silêncio se achar que as respostas podem incriminá-lo. O pedido de Heleno ao STF era para faltar ao depoimento, mas o pedido foi negado. 

CPMI

A CPMI começou seus trabalhos em maio deste ano. Desde então, ouviu dezenas de investigados e testemunhas, entre eles, os ex-chefes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Augusto Heleno e Gonçalves Dias, o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, coronel Mauro Cesar Cid e as protestantes presos por planejarem a explosão de um caminhão-tanque no aeroporto de Brasília no fim de 2022.

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