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O homem de 21 anos que matou dois jovens estudantes num ataque a tiros no Colégio Municipal Professora Helena Kolody, em Cambé, norte do Paraná, na última segunda-feira, foi encontrado morto na casa de custódia de Londrina, onde estava preso desde o crime. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Paraná. A causa da morte não foi divulgada.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná afirmou que o Departamento de Polícia Penal do Estado do Paraná (Deppen) já instaurou procedimento interno para apurar o caso. A Polícia Civil também iniciou investigação sobre as circunstâncias do fato (leia a nota na íntegra ao fim da reportagem).

"A Secretaria de Segurança Pública do Paraná informa que o autor do ataque ocorrido no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé, foi encontrado morto em sua cela na noite desta terça-feira (20). O autor estava na Casa de Custódia de Londrina. O Departamento de Polícia Penal do Estado do Paraná (DEPPEN) já instaurou procedimento interno para apurar o caso. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) também iniciou investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido", diz a nota.

Luan Augusto, de 16 anos, e a namorada dele, Karoline Verri Alves, de 17 anos, foram mortos no ataque. A jovem era atuante na igreja, foi coroinha e participava do Grupo de Jovens Illumi. Já Luan era apaixonado pela comunidade nerd e por automóveis antigos.

O autor do crime, um ex-aluno de 21 anos, entrou no colégio pouco antes das 9h. O investigado foi até a direção da escola dizendo que queria uma cópia de seu histórico escolar.

Na direção do colégio, o atirador aguardou enquanto o documento era elaborado pelos funcionários da escola. Enquanto esperava, teria pedido para ir ao banheiro, mas, na verdade, seguiu em direção o pátio. Ele carregava uma mochila, onde teria levado a arma do crime.

O criminoso deixou a direção da escola e, no pátio, sacou a arma e atirou pelo menos 12 vezes contra os alunos que estavam no local.

Um idoso conseguiu deter o ex-aluno. O prestador de serviços Joel de Oliveira, de 62 anos, relatou ter ouvido barulhos de tiro assim que chegou na clínica de fisioterapia onde trabalha, perto da escola. Sem sequer pensar no risco de vida que correria, ele saiu em disparada em direção ao colégio, se identificou como policial ao atirador e o imobilizou com o pé.

A polícia foi acionada. Ao chegar à escola, os agentes encontraram o atirador imobilizado por Oliveira. O criminoso foi preso e levado para a casa de custódia em Londrina.

Além do autor do crime, duas pessoas foram presas pelas autoridades sob a suspeita de terem ajudado o criminoso. Uma delas é um homem, também de 21 anos, e a outra um adolescente. As informações foram confirmadas pelo secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Teixeira.

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