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Apex Legends Mobile chega nesta segunda para brigar com Free Fire e COD

O novo título competitivo de celular da EA foi anunciado para 10 regiões incluindo países da América Latina; Brasil fica de fora

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 (Apex Legends/Reprodução)

(Apex Legends/Reprodução)

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André Lopes

Publicado em 7 de março de 2022, 06h30.

Última atualização em 7 de março de 2022, 06h41.

O mercado de jogos mobile ganha, em ritmo acelerado, lançamentos que pouco diferem dos títulos dos consoles de mesa e computadores na qualidade gráfica e conteúdo. Por sinal, em muitas das vezes, os games são os mesmos, sofrendo apenas algumas adaptações para rodarem nos smartphones.

É o caso do novo lançamento da Electronic Arts (EA), nesta segunda-feira, 7, que lança para smartphones o jogo de tiro Apex Legends, que já é bem conhecido no PC e videogames. O game adaptado para celulares chega para competir em audiência com Free Fire e Call of Duty, dois sucessos do gênero battle royale.

O estúdio Respawn Entertainment, que desenvolveu o jogo, revelou que a versão para celulares, no entanto, não alcança jogadores brasileiros já que o título será lançado primeiro na Austrália, Nova Zelândia, Singapura, Malásia, Filipinas, Indonésia, México, Peru, Argentina e Colômbia, em versão de testes.

Mas para quem se arriscar a conseguir o jogo de outra forma, os requisitos mínimos para jogar são pelo menos, 2 GB de memória RAM no iPhone e 3 GB em dispositivos Android, exceto por alguns aparelhos nos quais o game rodará com 2 GB.

Apesar de Apex Legends ser considerado um fracasso na versão tradicional, perdendo público para jogos consagrados como Fortnite, da Epic Games, a chegada da versão mobile deve pôr lenha na disputa das empresas por uma fatia do mercado de 116 bilhões de dólares dos games mobile.

Para ganhar a briga, no entanto, Apex Legends precisa se mostrar um jogo acessível, funcionando em variados tipos de smartphones, e também com atualizações frequentes que prendam a atenção dos jogadores.

Outro requisito é ter um equilíbrio nos custos de itens pagos com dinheiro real. Nesse ponto, a EA pode nãos e sair bem já que é conhecida do público por explorar ao máximo recursos que impossibilitam o jogador de avançar sem que pague uma certa quantia para isso.

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