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Mulher fatura US$ 1 milhão com fraudes e vai a show 'premium' de Taylor Swift

Nos EUA, uma mulher cometeu uma série de fraudes para sustentar estilo de vida luxuoso e devoção pela artista pop

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 14 de novembro de 2025 às 19h41.

Jennifer Tinker, moradora de Maryland, nos Estados Unidos, admitiu ter desviado mais de US$ 1 milhão de uma agência imobiliária entre janeiro de 2020 e novembro de 2023 a partir de um esquema criminoso que chamou a atenção.

Segundo investigação da Procuradoria dos EUA para o Distrito de Maryland, Tinker aplicou o golpe por meio de transferências bancárias, pagamentos via transferências e cheques, todos direcionados a contas pessoais, segundo o órgão oficial.

Como funcionaram as fraudes

A fraude envolveu a manipulação deliberada de contas de “escrow”, usadas como uma segura de guardar dinheiro ou bens durante uma transação.

Em sua confissão, a ré reconheceu que executou mais de 90 transferências para si mesma entre fevereiro de 2021 e novembro de 2023.

Com os valores obtidos, Tinker financiou um estilo de vida extravagante: comprou veículos de luxo, fez viagens de férias de alto padrão e comprou ingressos premium para shows da cantora Taylor Swift. Uma reportagem do Washington Post mostrou que um ingresso desse tipo chega a custar US$ 5 000.

Como descobriram os crimes

O esquema foi descoberto no final de 2023, quando a empresa percebeu irregularidades e apresentou denúncia federal.

Em 19 de dezembro do mesmo ano, Tinker declarou-se culpada do crime de fraude eletrônica. Segundo o comunicado oficial, ela poderá enfrentar até 20 anos de prisão, além de ser obrigada a ressarcir valores estimados em US$ 1,2 milhão.

Especialistas em fraudes corporativas disseram à CBS que o caso evidencia vulnerabilidades em sistemas de controle interno. Tinker conseguiu mascarar suas ações ao listar “destinatários fictícios” em documentos de transferência e alterar registros contábeis para legitimar os desvios.

Impacto na empresa

A empresa afetada relatou impacto financeiro grave, chegando a receber injeção de US$ 400 mil de um dos sócios para manter a operação, segundo o Washington Post.

A sentença foi proferida em 2024, e Tinker aguarda para começar a cumprir a pena. A investigação e o processo apontam não apenas o alto valor do desvio, mas também a rapidez e sofisticação do esquema, que lhe permitiu continuar trabalhando e desviando recursos por quase três anos.

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