• AALR3 R$ 20,06 1.88
  • AAPL34 R$ 69,90 -4.77
  • ABCB4 R$ 16,61 -1.89
  • ABEV3 R$ 14,22 -3.46
  • AERI3 R$ 3,78 -2.83
  • AESB3 R$ 10,68 -1.20
  • AGRO3 R$ 30,62 -3.22
  • ALPA4 R$ 20,94 -2.56
  • ALSO3 R$ 19,35 -3.83
  • ALUP11 R$ 26,40 0.15
  • AMAR3 R$ 2,35 -3.69
  • AMBP3 R$ 31,19 2.90
  • AMER3 R$ 22,95 -0.30
  • AMZO34 R$ 67,68 -6.44
  • ANIM3 R$ 5,54 -2.98
  • ARZZ3 R$ 81,85 -1.11
  • ASAI3 R$ 15,40 -2.72
  • AZUL4 R$ 21,23 -4.33
  • B3SA3 R$ 11,55 -2.94
  • BBAS3 R$ 35,91 -1.43
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O futuro dos 354 mil metros quadrados de espaços compartilhados no Brasil

De 2013 a 2019, o valor do aluguel por metro quadrado dos coworkings caiu 32% para R$ 70,70, e a retomada estava prevista para 2020. Será?
WeWork: empresa responde por 37% dos espaços compartilhados no Rio de Janeiro e 63% em São Paulo (Reuters/Brendan McDermid)
WeWork: empresa responde por 37% dos espaços compartilhados no Rio de Janeiro e 63% em São Paulo (Reuters/Brendan McDermid)
Por Natália FlachPublicado em 09/04/2020 17:52 | Última atualização em 09/04/2020 17:52Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Os espaços compartilhados ganharam terreno nos últimos anos com a retomada claudicante da economia brasileira. Trabalhadores autônomos e pequenas empresas adotaram os coworkings como ambientes de trabalho, atraindo mais e mais companhias para o segmento. Mas, em tempos de isolamento social por causa da pandemia de coronavírus, os escritórios estão vazios, e a volta dos clientes é incerta, afinal as condições econômicas devem piorar.

Fato é que a ocupação de espaços flexíveis aumentou 568% no Brasil de 2015 a 2019 ao passar de 53.000 metros quadrados para 354.000 metros quadrados, de acordo com levantamento feito pela consultoria Cushman & Wakefield e obtido com exclusividade pela EXAME. A estimativa era que chegaria a 374.000 metros quadrados em 2020 - o que não necessariamente deve acontecer, dado o novo cenário. 

O Sudeste concentra o maior número de espaços compartilhados do Brasil, sendo que o estado de São Paulo se destaca com 82% de toda ocupação da região, segundo o Censo de 2018 realizado pela Coworking Brasil. De acordo com a Cushman & Wakefield, são 276.000 metros quadrados locados para operadores de espaços flexíveis. Em seguida, aparece o estado do Rio de Janeiro, com 57.200 metros quadrados ou 17% do total.

Segundo Jadson Andrade, gerente de pesquisas de mercado da consultoria, nos últimos seis anos, o valor do aluguel por metro quadrado caiu 32%, ao passar de 103,80 reais em 2013 para 70,70 reais em 2019. A expectativa para 2020 era de uma retomada dos preços para 74 reais. No entanto, com o cenário incerto, fica a dúvida.

Concentração de mercado

WeWork e Regus respondem por três quartos dos espaços flexíveis no Rio e em São Paulo (em %)

Empresa Rio de Janeiro
WeWork 37
Regus 40
Delta Business Center 5
MyOffice 4
Your Studio Coworking 6
Spaces 8
Empresa São Paulo
Go Work 4
WeWork 63
Regus 15
Place2Work 2
Cubo Coworking 7
Delta Business Center 2
Spaces 3
Outros 4

Fonte: Cushman & Wakefield

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