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Palácio de Versalhes é esvaziado e fechado novamente devido a alerta de bomba

A edificação construída no século 17, a cerca de 20 quilômetros ao sudoeste de Paris, já havia sido evacuada na tarde de sábado, 14, por um aviso anônimo de bomba

O fechamento de estabelecimentos também foi registrado em escolas e estações da França (Christophel Fine Art / Contributor/Getty Images)

O fechamento de estabelecimentos também foi registrado em escolas e estações da França (Christophel Fine Art / Contributor/Getty Images)

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 17 de outubro de 2023 às 11h19.

Última atualização em 17 de outubro de 2023 às 11h26.

O Palácio de Versalhes, uma das principais atrações turísticas da França, foi evacuado nesta terça-feira, 17, e permanecerá fechado durante todo o dia por uma alerta de bomba. O episódio ocorre três dias depois de um aviso similar feito no sábado, 14, que fechou o Palácio e o Museu do Louvre, em Paris.

"Por motivos de segurança, o Palácio de Versalhes está retirando os visitantes e fechando suas portas por hoje", anunciou o estabelecimento em sua conta na rede social X, sem dar mais detalhes.

Evacuação

A edificação construída no século 17, a cerca de 20 quilômetros ao sudoeste de Paris, já havia sido evacuada na tarde de sábado, 14, por um aviso anônimo de bomba no site moncomissariat.fr. O alerta desta terça-feira foi feito através do mesmo site e "não foi considerado levianamente", disse fonte próxima do caso.

"Os esquadrões antibomba vão trabalhar depois da evacuação total", que estava quase concluída ao início da tarde, pelo horário local, disse uma fonte policial.

O fechamento de estabelecimentos também foi registrado em escolas e estações da França, com o aumento do alerta terrorista depois de um atentado na cidade de Arras em que um homem matou um professor do ensino secundário, além da tensão devido ao conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas.

O governo francês aumentou o mecanismo de segurança, especialmente com o envio de 7 mil soldados de missão antiterrorista em apoio à aplicação da lei. Na segunda-feira, 16 quando as aulas onde o professor foi assassinado foram retomadas, a mesma escola secundária foi esvaziada por outra ameaça de bomba. Como nos outros casos, o esquadrão antibombas não encontrou nenhum artefato.

(Com agências internacionais).

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