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Nikki Haley, a última rival de Donald Trump na corrida pela indicação presidencial republicana, descartou, nesta terça-feira, 20, suspender a campanha, apesar de estar muito atrás do ex-presidente, contra quem endureceu o discurso ao descrevê-lo como cada vez "mais instável e perturbado".

"Alguns de vocês, talvez alguns na mídia, vieram aqui para saber se estou desistindo da corrida. Bem, não estou", declarou em um comício em Greenville, na sua Carolina do Sul natal.

O estado do sudeste do país, onde Haley foi governadora, realiza no sábado suas primárias republicanas, nas quais está prevista outra derrota acachapante para ela frente a Trump.

O ex-presidente, de 77 anos, já venceu as três primeiras primárias republicanas realizadas até agora e lidera com folga as pesquisas para as próximas eleições.

Apesar disso, Haley, que foi embaixadora dos EUA na ONU durante o governo Trump, enfatizou que continuará na disputa, apesar de alguns de seus colegas de partido acreditarem que ela prejudica as chances de derrotar o presidente democrata Joe Biden em novembro.

"Não tenho medo das represálias de Trump", garantiu Haley, afirmando aos apoiadores que o ex-presidente está "cada dia mais mesquinho e ofensivo".

"Ele está completamente distraído e tudo gira em torno dele. Está tão obcecado com seus demônios do passado que não pode se concentrar no futuro que os americanos merecem", alertou.

Ela também fez algumas de suas críticas mais duras contra seu antigo chefe.

"Não é normal gastar 50 milhões de dólares [R$ 247 milhões] em contribuições de campanha em processos pessoais [referindo-se a vários processos criminais em andamento], não é normal ameaçar as pessoas que apoiam seu oponente", enumerou.

"E não é normal pedir à Rússia que invada países da Otan. Donald Trump fez tudo isso e muito mais no último mês", lembrou a candidata.

Trump provocou novas críticas no último fim de semana ao dizer que encorajaria a Rússia a atacar os países da Otan que não cumprissem suas obrigações financeiras com a Aliança.

Haley está mais de 50 pontos percentuais atrás de Trump nas pesquisas pela indicação republicana, mas afirma ter mais chances de vencer Biden nas eleições nacionais.

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