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México autoriza uso emergencial de vacina da Johnson & Johnson

A autorização para o uso emergencial atesta que a vacina "atende aos requisitos de qualidade, segurança e eficácia necessários para ser aplicada"

México: 28,4 milhões de doses de imunizantes haviam sido aplicadas no país (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

México: 28,4 milhões de doses de imunizantes haviam sido aplicadas no país (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

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AFP

Publicado em 28 de maio de 2021 às 07h53.

A reguladora sanitária do México, Cofepris, aprovou o uso da vacina contra a covid-19 da Johnson & Johnson, desenvolvida pela farmacêutica americana Janssen-Cilag, anunciou nesta quinta-feira no Twitter o subsecretário de Saúde, Hugo López-Gatell, responsável pela estratégia do país contra a pandemia.

Segundo o funcionário, além da Cofepris, o parecer para o uso do imunizante foi analisado por especialistas mexicanos do Comitê de Moléculas Novas, “que emitiram uma opinião favorável unânime”.

A autorização para o uso emergencial atesta que a vacina "atende aos requisitos de qualidade, segurança e eficácia necessários para ser aplicada", assinalou a Cofepris.

O México, país de 126 milhões de habitantes, começou a vacinar no dia 24 de dezembro as equipes médicas que atendem pacientes com Covid. Em 15 de fevereiro, deu início à imunização dos idosos, que somam cerca de 15 milhões de pessoas, segundo dados oficiais.

O país recebeu até o momento 35,4 milhões de vacinas Pfizer-BioNTech, AstraZeneca, Sinovac, Sputnik V e Cansino. Além disso, assinou em agosto passado um contrato com a Argentina para produzir conjuntamente cerca de 200 milhões de vacinas AstraZeneca, cujo primeiro envio será feito no próximo fim de semana, após diversos atrasos.

Até hoje, 28,4 milhões de doses de imunizantes haviam sido aplicadas no México. Cerca de 12 milhões de pessoas concluíram o esquema de vacinação e 8 milhões receberam a primeira dose.

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