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Malásia confirma que destroços são do voo MH370

Primeiro ministro do país anunciou que os pedaços encontrados na ilha francesa Reunião, no Índico, são da aeronave que está desaparecida desde o ano passado


	Destroços encontrados em Reunião: primeiro ministro malaio confirmou que itens descobertos pertencem ao avião da Malaysia Airlines
 (Reuters/ Prisca Bigot)

Destroços encontrados em Reunião: primeiro ministro malaio confirmou que itens descobertos pertencem ao avião da Malaysia Airlines (Reuters/ Prisca Bigot)

Gabriela Ruic

Gabriela Ruic

Publicado em 5 de agosto de 2015 às 15h23.

São Paulo – O governo da Malásia confirmou nesta quarta-feira que os destroços encontrados na semana passada em Reunião, ilha francesa no Índico, são do Boeing 777 da Malaysia Airlines que desapareceu no início do ano passado. O anúncio foi feito pelo primeiro ministro do país, Najib Razak, e pode significar o desfecho do misterioso sumiço do avião.

MH370

O Boeing da Malaysia Airlines decolou de Kuala Lumpur, Malásia, no dia 8 de março de 2014. A bordo do voo MH370 que tinha como destino Pequim, na China, estavam 239 pessoas. Quarenta minutos depois da decolagem, a aeronave simplesmente desapareceu do mapa, sem deixar qualquer vestígio.

Segundo informações das autoridades na época da tragédia, o voo MH370 sofreu uma mudança deliberada na rota. Voando na direção contrária do seu destino final, a aeronave teria então atravessado a Península da Malásia até, em tese, cair no sul do Índico.

Desde então, a vida de todos os ocupantes do fatídico voo foi investigada nos detalhes, mas apenas um deles se destacou e se tornou o suspeito número um por trás do episódio: o piloto Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos.

De acordo com investigações conduzidas pelo FBI, Shah teria apagado o histórico de voo do simulador que tinha em casa, mas dados recuperados mostraram que ele traçou uma rota suspeita em direção a uma ilha remota no Índico. Até hoje, contudo, nada foi provado.

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