Mundo

Líderes pedem de novo que Moscou e Kiev cumpram acordos

Angela Merkel assegurou que "não há alternativa" para esses acordos, embora sua aplicação seja "difícil e trabalhosa"


	Angela Merkel assegurou que "não há alternativa" para esses acordos, embora sua aplicação seja "difícil e trabalhosa"
 (Hannibal Hanschke/Reuters)

Angela Merkel assegurou que "não há alternativa" para esses acordos, embora sua aplicação seja "difícil e trabalhosa" (Hannibal Hanschke/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de maio de 2015 às 12h03.

Priorizar nos meus resultados Google

Berlim - A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, François Hollande, fizeram nesta terça-feira uma nova chamada a Moscou e a Kiev para que cumpram de forma efetiva e sem atrasos os acordos de Minsk, convencidos de que "são a condição para a paz" na Ucrânia.

Em entrevista coletiva em Berlim após manter uma reunião bilateral e às vésperas da cúpula da Associação Oriental que será realizada nesta semana em Riga (Letônia), Merkel assegurou que "não há alternativa" para esses acordos, embora sua aplicação seja "difícil e trabalhosa".

Na mesma linha, Hollande, que lembrou que em Riga estará presente o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, reivindicou "com a mesma firmeza que as partes cumpram" com os acordos.

França e Alemanha, assegurou, mantêm a mesma linguagem perante esta crise e apostam para que os compromissos alcançados se iniciem "sem atraso", já que a população segue sofrendo no leste da Ucrânia.

Merkel e Hollande analisaram a evolução da crise e suas impressões após as últimas conversas com o presidente russo, Vladimir Putin, e com Poroshenko.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaEuropaFrançaAlemanhaRússiaUcrânia

Mais de Mundo

Itália autoriza prisão de adolescentes de 14 anos em protestos após violência nas ruas

Itamaraty critica falas de Milei sobre suposta fraude no 2º turno das eleições

Sucessão na ONU: na estreia das cédulas do veto, os três favoritos são barrados

Protestos na França impulsionam campanha de Marine Le Pen à presidência