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Israel prende líder islâmico por incentivo à violência

Um líder muçulmano árabe israelense foi sentenciado a 11 meses de prisão devido a comentários feitos em 2007


	Jerusalém: o xeque Raed Salah, líder da seção norte do Movimento Islâmico, foi condenado por incentivo à violência em 2013
 (Reuters)

Jerusalém: o xeque Raed Salah, líder da seção norte do Movimento Islâmico, foi condenado por incentivo à violência em 2013 (Reuters)

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Da Redação

Publicado em 27 de outubro de 2015 às 19h59.

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Jerusalém - Um líder muçulmano árabe israelense, visto por Israel como uma voz poderosa incitando a ira palestina por conta de um lugar sagrado em Jerusalém, foi sentenciado a 11 meses de prisão nesta terça-feira devido a comentários feitos em 2007.

O xeque Raed Salah, líder da seção norte do Movimento Islâmico, foi condenado por incentivo à violência em 2013, disse o Ministério da Justiça, acusação que ele nega. O advogado dele afirmou que apelaria contra a sentença.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tem dito que vai buscar tornar ilegal a seção norte do Movimento Islâmico, que segundo ele, tem encorajado os ataques de palestinos e árabes israelenses na onda de violência iniciada no primeiro dia de outubro.

O Movimento Islâmico tem declarado que todas as suas atividades são legais.

Os palestinos estão revoltados com o que eles veem como uma invasão judaica do complexo da mesquita de al-Aqsa, que fica em local também reverenciado pelos judeus.

"Prisão não vai nos amedrontar, e nós vamos continuar a defender a mesquita”, afirmou Saleh à imprensa no tribunal, onde seus simpatizantes se juntaram. Alguns gritavam: “Com almas e sangue nós redimimos você, Aqsa”.

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