Mundo

Israel condena palestino pela morte de três adolescentes

Tribunal sentenciou palestino por ter organizado o sequestro e assassinato de três israelenses, crime que desencadeou o conflito mais recente em Gaza


	Combatente do Hamas em Gaza: militante que matou três jovens israelenses foi sentenciado pelo tribunal militar de Israel
 (Mohammed Salem/Reuters)

Combatente do Hamas em Gaza: militante que matou três jovens israelenses foi sentenciado pelo tribunal militar de Israel (Mohammed Salem/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 31 de dezembro de 2014 às 19h00.

Priorizar nos meus resultados Google

Um tribunal militar israelense condenou nesta quarta-feira um palestino militante do Hamas por ter organizado e financiado o sequestro e assassinato de três adolescentes israelenses, crime que desencadeou o conflito mais recente em Gaza.

O tribunal condenou Hosam Qawasmeh, morador de Hebron, por "participação no sequestro e assassinato de Naftali Frenkel, Eyal Yifrach e Gilad Shaer no último dia 12 de junho", segundo um comunicado do Exército.

O tribunal irá pronunciar mais tarde a sentença de Qawasmeh, que confessou ter organizado o sequestro com outras duas pessoas: seu irmão Marwan e Amer Abu Eisha.

A morte dos adolescentes, que Israel atribuiu ao Hamas, desencadeou um conflito de 50 dias na Faixa de Gaza em julho e agosto, que deixou quase 2.200 palestinos e 73 israelenses mortos.

Os adolescentes foram executados pouco depois de seu sequestro, e seus corpos apareceram em 30 de junho.

Segundo o Exército, o sequestro foi organizado por Hosam Qawasmeh, que pediu aos dois cúmplices que o realizassem. Marwan Qawasmeh e Amer Abu Eisha morreram mais tarde em Hebron, nas mãos do Exército.

Acompanhe tudo sobre:PalestinaIsraelHamas

Mais de Mundo

Governo Trump emitirá vistos para Flávio Bolsonaro e sua família entrarem nos EUA, diz agência

Entenda como Flávio Bolsonaro poderia entrar nos EUA com passaportes cancelados

Trump diz que Brasil está fazendo 'bom trabalho ao manipular eleições'

Eleições em Israel: Netanyahu alega fraude em pleito histórico com alta participação