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Diabetes mata uma pessoa a cada 8 segundos

Segundo estimativa da International Diabetes Federation (IDF), o mundo possui mais de 250 milhões de pessoas com a doença

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Tratamento da doença consiste na mudança dos hábitos de vida, como a prática de exercícios físicos regulares e manutenção de uma alimentação saudável (Getty Images)

Tratamento da doença consiste na mudança dos hábitos de vida, como a prática de exercícios físicos regulares e manutenção de uma alimentação saudável (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 2 de dezembro de 2011 às, 10h20.

São Paulo - A International Diabetes Federation (IDF) estima que mais de 250 milhões de pessoas tenham diabetes. Se nenhuma atitude eficiente de prevenção for feita, a IDF acredita que o número total de pessoas com a doença alcançará os 380 milhões em 2025. No Brasil, os números são alarmantes: 500 novos casos são diagnosticados a cada dia. De acordo com o Ministério da Saúde, no País cerca de 10 milhões de pessoas convivem com a doença.

Caracterizado pelos altos níveis de glicose no sangue, o diabetes é uma doença crônica, que ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente. O Tipo I é uma doença auto-imune que acomete normalmente pessoas mais jovens. No caso do Diabetes Tipo II, está ligado ao histórico familiar, estilo de vida – como sobrepeso, sedentarismo e alimentação inadequada. “Entre 90% a 95% dos casos são do Tipo II, ou seja, poderiam ter sido evitados através de um estilo de vida mais saudável”, destaca a endocrinologista Alessandra Fonseca, da Amil.

Para Aprender a Viver Bem

O tratamento consiste na mudança dos hábitos de vida, como a prática de exercícios físicos regulares e manutenção de uma alimentação saudável. Nos casos nos quais o paciente não consegue resultados apenas com a mudança de estilo de vida, o médico pode prescrever medicamentos específicos que reduzem as chances do paciente evoluir para o diabetes tipo 2. "A mudança dos hábitos e o adequado acompanhamento médico podem ser as únicas formas de escaparmos da epidemia mundial", enfatiza a especialista.

É possível controlar a doença e prevenir as complicações, desde que o portador observe as recomendações médicas e realize o adequado monitoramento. “Mas o ideal mesmo é evitar os fatores de risco já citados”, esclarece Alessandra. Se o indivíduo tem histórico na família ou apresenta sintomas - aumento da sede, da quantidade de urina, do apetite, perda de peso, visão embaçada e cansaço extremo – deve procurar um especialista. “Adiar a consulta por medo do diagnóstico pode colocar a vida em grande risco”, conclui.

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